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terça-feira, janeiro 13, 2026

Sergey Brin Volta a Ser a 3ª Pessoa Mais Rica do Mundo com Alta das Ações da Alphabet

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Sergey Brin

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As ações da Alphabet subiram 1,3%, atingindo pouco mais de US$ 337 (R$ 1.786,10) na tarde de terça-feira, reduzindo ganhos anteriores que chegaram a 2,4% e somando-se a uma alta de 6,6% nos últimos sete pregões. As ações da Oracle operaram em queda de 1,5%, enquanto os papéis da Amazon recuaram quase 2%.

Isso fez com que houvesse uma mudança no pódio das pessoas mais ricas do mundo. O patrimônio líquido de Sergey Brin cresceu US$ 4,9 bilhões (R$ 25,97 bilhões), uma alta de 1,9%, a US$ 255,6 bilhões (R$ 1,35 trilhão). 

O resultado o coloca atrás do também cofundador do Google Larry Page, com US$ 277 bilhões (R$ 1,46 trilhão), e de Elon Musk, da Tesla, com US$ 725,3 bilhões (R$ 3,84 trilhões), de acordo com a lista de bilionários em tempo real da Forbes. Jeff Bezos ocupa a quarta posição entre as pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna estimada em US$ 253,2 bilhões (R$ 1,34 trilhão), e Larry Ellison aparece em quinto, com um patrimônio líquido aproximado de US$ 251,3 bilhões (R$ 1,33 trilhão).

Brin, que detém menos ações de Classe C da Alphabet, tem sido mais ativo na venda de suas participações na companhia e na doação de milhões de suas ações da Alphabet e da Tesla nos últimos anos para pesquisas sobre a doença de Parkinson.

Contexto

A Alphabet tornou-se a quarta maior empresa com valor de mercado de US$ 4 trilhões (R$ 21,2 trilhões) na segunda-feira, juntando-se a Nvidia, Microsoft e Apple ao atingir a marca. 

Outro impulso para as ações da Alphabet seguiu-se a um novo acordo entre Apple e Google. Na segunda-feira, a Apple afirmou que usará o Gemini, do Google, como base para seus modelos de IA e para a próxima geração da Siri, a assistente virtual e chatbot da Apple. O crescimento das ações da Alphabet em 2025 foi de 65%, o maior salto anual da empresa desde 2009, quando os papéis dispararam quase 93%.

A Alphabet emergiu como líder em IA em 2025, avançando mesmo enquanto investidores expressavam temores crescentes de que as ações de tecnologia ligadas à inteligência artificial estivessem supervalorizadas. O Google lançou o Gemini 3, a versão mais recente de seu modelo, em novembro, sob amplos aplausos — semanas após a empresa revelar o Ironwood, a sétima geração de seus chips de IA, em meio à crescente competição com a Nvidia. 

Analistas do Citi escreveram em nota no início deste mês que a Alphabet estava entre suas principais escolhas para crescimento em 2026, argumentando que 70% dos clientes do Google Cloud usam seus produtos de IA e que o Google possui “o chip, a capacidade de infraestrutura e o modelo em meio à demanda crescente”. O analista da Cantor Fitzgerald, Deepak Mathivanan, escreveu em 8 de janeiro que o Google tem a “presença mais forte” entre as empresas de IA, defendendo que os “investimentos de uma década” da companhia impedem que seus concorrentes a alcancem.



[Fonte Original]

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