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domingo, janeiro 18, 2026

Boca de urna em Portugal põe socialista no segundo turno da eleição para presidente

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O resultado semelhante de três institutos de pesquisa foi divulgado às 20h de Lisboa, 17h de Brasília.

Em 8 de fevereiro, os eleitores deverão escolher entre Seguro, apontado vencedor do primeiro turno, e André Ventura, da ultradireita do Chega, ou João Cotrim (Iniciativa Liberal). Os dois últimos estão na disputa.

Seguro é dono de uma campanha de recuperação que evitou o vexame das siglas históricas: o próprio PS e o Partido Social Democrata (PSD) do primeiro-ministro Luís Montenegro.

Apesar de poder ser considerado a supresa do primeiro turno, Ventura sofre rejeição recorde no segundo turno, de acordo com as pesquisas.

O candidato populista perderia para Seguro, que teria uma taxa de 66% das intenções de voto contra 25% do concorrente do Chega.

É a primeira vez em 40 anos que a eleição para presidente de Portugal será decidida no segundo turno. Em 1986, venceu o socialista Mário Soares.

Outdoor do candidato anti-imigração André Ventura em uma rua do Porto — Foto: Gian Amato/Portugal Giro/O Globo

Ventura, que leva vantagem sobre Cotrim, fez uma campanha concentrada em ataques aos imigrantes, divulgando desinformação sobre subsídios pagos pela Segurança Social.

Os estrangeiros pagam mais contribuições ao sistema do que fazem retiradas. Brasileiros têm feito pagamentos recordes e bilionários.

Como publicou a coluna, Ventura foi obrigado pela Justiça a retirar cartazes xenófobos e específicos contra ciganos e imigrantes do Bangladesh.

Ele assumiu o lema da ditadura de 41 anos comandada pelo ditador António de Oliveira Salazar no Estado Novo: “Deus, pátria e família”, adicionando “trabalho”.

[Fonte Original]

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