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quinta-feira, janeiro 22, 2026

Ibovespa marca nova máxima e encerra acima dos 175 mil pela 1ª vez com forte fluxo estrangeiro

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Com o impulso do forte fluxo de investidores estrangeiros, alimentado pela rotação de portfólios para ativos fora dos Estados Unidos, o Ibovespa engatou mais uma alta expressiva nesta quinta-feira e subiu pouco mais de 4.600 pontos. Com isso, o índice bateu nova máxima histórica, ao encerrar aos 175.589 pontos, com alta de 2,20%. No ápice do pregão, a principal referência acionária local foi ainda mais longe e tocou os 177.742 pontos, marcando novo recorde intradiário.

Para além do movimento de rotação de carteiras, a divulgação de uma nova pesquisa eleitoral, que mostrou um avanço significativo de candidatos da direita em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ajudou a turbinar o movimento expressivo de estrangeiros na bolsa local, segundo participantes do mercado.

Blue chips de bancos foram destaque na sessão e subiram em bloco: Banco do Brasil (+4,69%); Itaú Unibanco PN (+3,38%); Bradesco PN (+2,73%); Santander Units (+1,68%); e BTG Pactual Units (+1,00%).

Ações de commodities também avançaram: as PN da Petrobras subiram 0,45%, ao passo que as ON da Vale ganharam 0,58%. Novamente, o volume financeiro negociado em ações da mineradora foi expressivo e bateu R$ 5,2 bilhões.

A título de comparação, com o impulso de capital estrangeiro, o giro financeiro médio negociado diariamente em ações da Vale neste começo de mês está 53% acima do visto no mesmo mês do ano passado.

Assim como ocorreu na véspera, papéis mais sensíveis a juros responderam pelas maiores altas: Cogna (+7,41%), Vivara (+6,34%) e Rede D’Or (+5,70%). O chefe de pesquisa da Eleven Financial, Fernando Siqueira, afirma que ações cíclicas domésticas, apelidadas por ele de “kit eleição”, estavam entre as maiores altas do Ibovespa até o dia anterior ao anúncio da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas que isso mudou após a reviravolta política com a comunicação de que o filho de Bolsonaro pretende concorrer à Presidência.

“O ‘kit eleição’ era um consenso e teve um pico até o ‘Flávio Day’, mas depois disso as ações do kit perderam força. O movimento global passou a ganhar mais força aqui, o que movimentou ações de commodities”, diz Siqueira.

“Agora, nos dois últimos pregões, temos visto novamente uma alta do kit eleição. Trump [Donald, presidente dos EUA] deu uma acalmada nos mercados ontem, além do que as pesquisas eleitorais que saíram mostraram que a diferença do Flávio [Bolsonaro] para o Lula [Luiz Inácio Lula da Silva, presidente] diminuiu, o que ajudou o ‘kit eleição’, acrescenta.

Entre as ações do que Siqueira apelidou como “kit eleição” estão papéis como Localiza, Vivara, Smart Fit, Track & Field, Cyrela, Rede D’Or e Axia Energia (antiga Eletrobras).

Em mais uma sessão de forte alta do índice, o volume financeiro negociado no Ibovespa chegou a R$ 33,6 bilhões e R$ 44,0 bilhões na B3.

O movimento também foi positivo em Wall Street: lá fora, o Nasdaq subiu 0,91%; o Dow Jones ganhou 0,63%; e o S&P 500 exibiu valorização de 0,55%.

Blue chips de bancos foram destaque e subiram em bloco: Banco do Brasil (+4,69%), Itaú Unibanco PN (+3,38%), Bradesco PN (+2,73%), Santander Units (+1,68%) e BTG Pactual Units (+1,00%).

Ações de commodities também avançaram: as PN da Petrobras subiram 0,45%, ao passo que as ON da Vale ganharam 0,58%. Assim como ocorreu na véspera, papéis mais sensíveis a juros responderam pelas maiores altas: Cogna (+7,41%), Vivara (+6,34%) e Rede D’Or (+5,70%).

O volume financeiro negociado chegou a R$ 33,6 bilhões no Ibovespa e a R$ 44,0 bilhões na B3. A disparada do índice brasileiro ocorreu mesmo em um dia de alta dos índices americanos. Em Nova York, o Nasdaq subiu 0,91%; o Dow Jones ganhou 0,63%; e o S&P 500 exibiu valorização de 0,55%.

[Fonte Original]

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