O Ibovespa encerrou o primeiro pregão de fevereiro em alta de 0,79%, impulsionado pelo otimismo em Wall Street, apesar de ter seu avanço limitado pelo forte recuo das ações da Petrobras e de outras petroleiras, que reagiram à queda nos preços internacionais do petróleo após declarações de Donald Trump sobre negociações com o Irã.
Enquanto isso, o dólar fechou próximo da estabilidade, cotado a R$ 5,25, apresentando uma leve valorização de 0,18% decorrente de um movimento de realização de lucros por parte dos investidores. A moeda teve uma queda de mais de 4% acumulada durante o mês de janeiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, retomando a tendência positiva após duas quedas seguidas, embora o avanço tenha sido atenuado pelo forte recuo das ações da Petrobras, pressionadas pelo tombo dos preços do petróleo no exterior.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,79%, a 182.793,45 pontos, apoiado por Wall Street, após marcar 182.889,95 na máxima e 181.347,63 na mínima do dia.
O volume financeiro neste primeiro pregão de fevereiro somava R$ 25,96 bilhões antes dos ajustes finais.
Dólar fecha perto da estabilidade no Brasil, mas acima dos R$ 5,25
Após acumular baixa de 4,39% em janeiro, o dólar fechou a segunda-feira próximo da estabilidade no Brasil, mas novamente acima dos R$ 5,25, com alguns investidores realizando os lucros recentes, enquanto no exterior a moeda norte-americana teve perdas firmes ante pares do real como o peso chileno e o peso mexicano.
O dólar à vista fechou o dia com leve alta de 0,18%, aos R$ 5,2577. No ano, a moeda acumula agora queda de 4,21%.
Pela manhã o dólar chegou a ceder no Brasil, em sintonia com o recuo da moeda norte-americana no exterior ante divisas pares do real, como o peso chileno, o peso mexicano e o peso colombiano. Na mínima intradia, o dólar à vista foi cotado a R$5,2371 (-0,21%) às 9h46.