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quarta-feira, fevereiro 4, 2026

Lucro do Santander no Quarto Trimestre Cresce para R$ 4,086 Bilhões

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O Santander Brasil (SANB11) divulgou na manhã desta quarta-feira (4) seus resultados do quarto trimestre e de 2025. O banco anunciou um lucro líquido gerencial de R$ 4,086 bilhões, alta de 6,0% em relação aos R$ 3,855 bilhões do quarto trimestre de 2024 e avanço de 1,9% frente aos R$ 4,009 bilhões do terceiro trimestre de 2025. O resultado ficou 1,3% acima da média das previsões de analistas compiladas pela LSEG, que era de R$ 4,033 bilhões de lucro. Segundo o banco, foi o maior resultado trimestral dos últimos 4 anos.

O banco prosseguiu no processo acelerado de enxugamento de sua estrutura. O número de funcionários caiu 10,7% entre o fim de 2024 e o fim de 2025, recuando de 55,6 mil no quarto trimestre de 2024 para 49,7 mil no fim de 2025. O número de agências encolheu 26,1%, caindo de 1.239 no fim de 2024 para 916 em 2025. E o número de postos de atendimento (PABs) recuou 25%, caindo de 1.025 para 769.

A rentabilidade patrimonial permaneceu estável em 17,6%, exatamente o mesmo valor do último trimestre de 2024 e marginalmente acima dos 17,5% do terceiro trimestre de 2025.

Inadimplência

A inadimplência da carteira de crédito entre 15 e 90 dias  subiu de 3,7% no fim de 2024 para 4,0% no fim de 2025. No caso das pessoas físicas, o aumento foi de 4,8% para 5,1%, ao passo que a inadimplência nas empresas avançou de 2,0% para 2,5% na comparação anual. Segundo o banco, “o índice apresentou aumento de 0,3 p.p., em função de um cenário macroeconômico desafiador, especialmente na baixa renda, e de uma menor base de carteira de Pessoa Física no período”.

No caso da inadimplência acima de 90 dias, o índice geral subiu meio ponto percentual, avançando de 3,2% no fim de 2024 para 3,7% no fim de 2025. No caso das pessoas físicas, o total cresceu de 4,3% para 4,6% na comparação anual, e no caso das empresas o avanço em 12 meses foi de 0,8 ponto percentual, subindo de 1,6% para 2,4%. “Na Pessoa Jurídica, o indicador apresentou incremento sobretudo no segmento de PMEs, com avanço de 0,8 p.p. no trimestre e 1,4 p.p. no ano, alcançando o patamar de 5,9%”, informou o banco.

A margem financeira foi de R$ 15,332 milhões no trimestre, queda de 4,0% ante 2024 e leve alta de 0,8% no trimestre. Apesar de ter aumentado a margem com clientes parar R$ 16,8118 bilhões, alta de 6,6% em relação a 2024, os resultados foram prejudicados por perdas de R$ 1,486 bilhão no item margem com o mercado no último trimestre de 2025. O resultado seguiu-se a uma perda de R$ 1,348 bilhão nessa mesma linha do balanço no terceiro trimestre de 2025.

[Fonte Original]

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