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sábado, fevereiro 21, 2026

Ouro tem forte alta após PIB aquém do esperado nos EUA e derrubada de tarifas

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Os contratos futuros do ouro encerraram em forte alta nesta sexta-feira (20), em um movimento visto desde o início da sessão, sustentado pelo prêmio de risco geopolítico entre os Estados Unidos e o Irã. O ativo ganhou ainda mais tração ao longo do dia após a divulgação dos dados abaixo do esperado para o Produto Interno Bruto (PIB) americano do 4º trimestre e pela derrubada das tarifas do presidente Donald Trump pela Suprema Corte dos EUA.

Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos futuros de ouro com entrega para abril encerraram em alta de 1,67%, cotado a US$ 5.080,9 por onça-troy. O ativo, porém, segue negociado dentro de uma faixa de preços contida, ainda que com grandes oscilações, o que pode ser observado na variação de 0,77% na semana.

O aumento da demanda por diversificação de ativos no setor privado, segundo o Goldman Sachs, impulsionou a elevada volatilidade dos preços do ouro, o que também culminou em uma desaceleração na previsão de demanda de bancos centrais do banco. “Nossas conversas sugerem que os gestores de reservas continuam dispostos a comprar ouro para se protegerem contra riscos geopolíticos e financeiros, mas preferem adiar as compras até que os preços se estabilizem”.

A Suprema Corte americana determinou que as tarifas globais impostas por Trump são ilegais, embora o destino dos valores já arrecadados não tenha sido decidido. O republicano, no entanto, amplificou a retórica comercial e afirmou que as taxas serão mantidas através de outras ferramentas. “A Corte me dá o poder de cortar comércio e impor embargos a países, mas não para aplicar tarifas”, disse Trump, na tarde de hoje.

No front de dados, o PIB americano cresceu 1,4% no quarto trimestre, em base anualizada, muito abaixo do consenso de alta de 2,5%. Também foi divulgado o índice de preços de gastos com consumo (PCE), que avançou 0,4% em dezembro ante novembro, frente ao consenso de 0,3%. Os dados fizeram com que as apostas entre uma manutenção ou um corte nas taxas de juros dos EUA, em junho, ficassem divididas.

[Fonte Original]

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