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quinta-feira, abril 2, 2026

BAGUNÇA E HUMILHAÇÃO: Por que tanta gente ficou sem peixe em Simões Filho? Desordem total e vídeos polêmicos!

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A Semana Santa é tempo de fé, união e, para a maioria das famílias baianas, é o momento sagrado de ter aquele peixinho na mesa. Mas, infelizmente, para muitos moradores de Simões Filho, a tradição virou motivo de frustração, humilhação e cansaço neste ano. Veja o vídeo mais abaixo!

A tão esperada distribuição de peixes da Semana Santa Solidária 2026, promovida pela Prefeitura de Simões Filho, prometia ajudar quem mais precisa. O problema é que a ação esbarrou em desorganização, vídeos polêmicos e muitas pessoas sem pegar o peixe.

Cansaço extremo e humilhação

A cena foi de cortar o coração. O que se viu em Simões Filho foi o retrato do sacrifício: Gente que acordou de madrugada, idosos, mães com crianças pequenas no colo… Todos enfrentando filas imensas e cansativas na esperança de garantir o “peixe” do feriado.

Em vez de um atendimento rápido e digno, o que se viu foi uma bagunça total. O sonho da mesa farta na Semana Santa foi manchado pelo suor e pelo sentimento de desrespeito.

“A gente vem porque precisa, mas não é justo passar por essa humilhação para conseguir um alimento para a nossa família.”, desabafou uma moradora que, mesmo com o ticket na mão, não conseguiu garantir o peixe da família

Peixes sendo desviados?

Nos vídeos gravados por moradores indignados, a cena é muito clara: enquanto uma multidão se espremia nas filas sem saber se ia garantir o almoço, caixas e mais caixas de peixes estavam sendo colocadas nos porta-malas de carros pequenos, de passeio, e indo embora. Tudo isso debaixo do nariz de quem estava ali, esperando há horas.

A explicação que tentaram dar para acalmar os ânimos foi a seguinte: os carros não estariam desviando o alimento, mas sim fazendo um “remanejamento”, ou seja, levando os peixes para outras escolas e pontos de atendimento que também estavam lotados ou sem estoque.

Por que a desculpa não colou?

Para o trabalhador e a mãe de família que estavam ali de pé, com a sacola vazia e a barriga roncando, essa justificativa foi difícil de engolir. E a desconfiança popular tem muito fundamento:

  • Falta de lógica: Se já tem gente ali, na porta daquele ponto de entrega, precisando e esperando na fila, qual o sentido de tirar o peixe deles para levar para outro lugar? É o famoso “desvestir um santo para vestir outro”.
  • Transporte improvisado: Peixe é um alimento super sensível. Cadê os carros oficiais, caminhões refrigerados ou veículos adequados da organização? Levar peixe no porta-malas de um carro comum, no calor que faz na Bahia, levanta sérias dúvidas sobre a segurança do alimento.
  • Falta de transparência: No meio do tumulto e sem ninguém com um megafone para explicar a situação de forma clara, fica a palavra de quem leva contra a desconfiança de quem fica sem nada. Quem garante para onde esse peixe realmente foi?

VEJA OS VÍDEOS

De mãos abanando

O resultado dessa confusão toda? A matemática falhou. Depois de horas de espera e muito suor, a pior notícia possível chegou para várias famílias: o peixe acabou antes de chegar a vez delas.

Muita gente teve que fazer o caminho de volta para casa de mãos abanando, com a sacola vazia e um sentimento de indignação. A Sexta-Feira Santa, que deveria ser um dia de gratidão e mesa farta, vai ser de aperto e improviso para muitos trabalhadores que contavam com essa ajuda.



[Fonte Original]

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