A Quaest entrou em campo ontem para medir as intenções de voto ao governo de Minas Gerais. Até domingo, 1.482 minairos serão entrevistados presencialmente e o resultado será divulgado na terça-feira, dia 28. Encomendada pelo banco Genial, a um custo de R$ 205 mil, é a primeira pesquisa da Quaest a medir o pulso dos eleitores de Minas, o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, para as eleições de outubro.
Como o quadro mineiro ainda está muito indefinido, a pesquisa inclui nomes que certamente acabarão não virando candidatos. Mas não há alternativa: eles têm que constar da lista. O resultado servirá, no entanto, para mensurar quem é quem a cinco meses e meio da eleição.
O questionário começa querendo saber, se o entrevistado já escolheu algum candidato. Se a resposta for sim, será perguntado “quem?”.
Em seguida, a partir de uma lista em ordem alfabética dada pelo pesquisador, será avaliado o grau de conhecimento sobre alguns candidatos e suas respectivas taxas de rejeição (“conhece”, “não conhece”, “conhece, mas não votaria de jeito nenhum”). Eis a relação: Alexandre Kalil, Ben Mendes, Cleitinho Azevedo, Flavio Roscoe, Gabriel Azevedo, Maria da Consolação Rocha, Mateus Simões e Rodrigo Pacheco.
Depois dessa pergunta, a pergunta que vai para as manchetes dos jornais, sites e blogs: “em qual desses nomes você votaria se a eleição fosse hoje?”. Nesta etapa, o entrevistador mostrará ao eleitor três cenários. Todos com os sete pré-candidatos listados acima, acrescidos de outros nomes de partidos nanicos, como Rafael Duda (PSTU) e Tulio Lopes (PCB). Em seguida, uma pergunta sobre se a decisão é definitiva ou “ainda pode mudar caso algo aconteça antes das eleições”.
E, finalmente, surgem várias simulações de segundo turno entre Pacheco, Cleitinho, Kalil, Roscoe e Simões.