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terça-feira, setembro 1, 2026

A coleção Arbórea integra design contemporâneo e experiências de hotelaria internacional para redefinir o altíssimo padrão paulistano

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No mercado imobiliário de altíssimo padrão paulistano, contratar um escritório de arquitetura internacional tornou-se um recurso recorrente para diferenciar lançamentos. A assinatura estrangeira funciona como selo de prestígio e, muitas vezes, concentra boa parte da narrativa do empreendimento. A Benx optou por uma construção diferente. Em vez de ancorar o valor de cada projeto no nome de um único autor, a incorporadora criou uma marca dentro do próprio portfólio: a coleção Arbórea. Para Luciano Amaral, CEO da companhia, os empreendimentos dessa linha atendem a um público específico, acostumado a reconhecer diferenças que não estão apenas na metragem, no endereço ou na lista de amenities.

A coleção se apoia em pilares definidos: localizações excepcionais, arquitetura autoral, paisagismo, interiores, arte, materialidades cuidadosamente selecionadas e execução rigorosa. O primeiro empreendimento entregue, o Arbórea Itaim, tornou-se a espécie de manifesto inaugural da proposta. Com arquitetura de Pablo Slemenson, paisagismo de Luiz Carlos Orsini e interiores de Piero Lissoni, em seu primeiro projeto residencial na América Latina, o edifício colocou lado a lado repertórios distintos sem transformar nenhuma assinatura em protagonista isolada.

O resultado ajudou a estabelecer a linguagem que a Benx pretende repetir, sem reproduzir, nos demais endereços da coleção.

Essa lógica aparece nos três projetos em desenvolvimento na capital, cada um construído a partir das particularidades de seu território. O Arbórea Vista Jardim Europa, com arquitetura da Jacobsen Arquitetura e paisagismo de Hanazaki, tira partido de uma condição rara em São Paulo: a presença das copas das árvores como parte permanente da paisagem.

No Arbórea Jardins, concebido por Gui Mattos e Hanazaki, o desafio está em inserir uma arquitetura contemporânea em um dos bairros mais consolidados da cidade sem romper com sua escala e identidade. O lançamento mais recente, o Arbórea Ibirapuera, ocupa a Avenida República do Líbano. Com paisagismo de Luiz Carlos Orsini e arquitetura novamente da Jacobsen, o projeto incorpora uma quadra de saibro coberta e vistas livres para o Parque Ibirapuera.

No altíssimo padrão, porém, um bom desenho arquitetônico é apenas o começo. A diferença passa pela escolha das pedras, madeiras, metais, tecidos, mobiliário e obras de arte, mas também pela forma como esses elementos chegam ao edifício construído. Materialidade e execução deixam de ser acabamento para se tornar parte do próprio projeto. É nesse território, menos visível nas perspectivas e muito evidente quando o edifício fica pronto, que a Benx busca estabelecer o padrão Arbórea.
A arte segue a mesma lógica. Os empreendimentos contam com curadores de arte envolvidos na seleção de obras destinadas aos espaços permanentes dos edifícios, em diálogo com artistas, galerias e o conceito arquitetônico de cada projeto. Cada Arbórea, portanto, recebe um acervo próprio, combinado a peças de mobiliário de designers consagrados. A intenção não é decorar áreas comuns nem criar um cenário para o apartamento modelo. As obras permanecem no edifício e passam a integrar sua identidade, acompanhando a arquitetura e o paisagismo ao longo do tempo.

Há ainda uma mudança importante no repertório de quem compra esses imóveis. Esse público já conhece hotéis, restaurantes, residências e experiências de bem-estar em diferentes partes do mundo. Sua referência não é necessariamente o edifício lançado no quarteirão ao lado. É também aquilo que viu, frequentou e experimentou fora do país. Por isso, as equipes da Benx e os escritórios envolvidos nos projetos pesquisam referências internacionais, mas evitam simplesmente reproduzi-las. O desafio está em entender por que determinadas soluções funcionam e traduzi-las para a arquitetura, o clima e o modo de viver brasileiros.

O Óra Spa nasce dessa abordagem. A assinatura de bem-estar exclusiva da coleção Arbórea reúne ambientes e experiências pensados para presença, autocuidado e regeneração. Em lugar de organizar as áreas comuns como uma sucessão de equipamentos, a proposta é criar percursos e usos que façam sentido na rotina dos moradores. Piscina, sauna, espaços de descanso, práticas físicas e ambientes de recuperação passam a compor uma experiência integrada, com referências da hotelaria e dos spas internacionais, mas desenhada para o cotidiano residencial.

O resultado desse investimento, segundo Amaral, é um estilo de vida que nasce “naturalmente” por meio de uma arquitetura ativa – aquela que induz o comportamento em vez de apenas abrigá-lo. É o que sustenta a aposta em uma marca proprietária: replicar um padrão reconhecível em endereços distintos exige método, não um bom projeto isolado. Com a coleção Arbórea, a incorporadora dá início a um novo jeito de pensar a cidade, em que o prédio deixa de ser apenas mais uma construção para se tornar um ícone desse modo de viver.

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores.

[Fonte Original]

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