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quarta-feira, setembro 2, 2026

Google escapa de desmembramento de unidade de tecnologia de publicidade em terceira derrota antitruste para os EUA

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Em abril ‌de 2025, Brinkema decidiu que o Google detém monopólios ilegais sobre servidores que hospedam anúncios de editores e sobre as plataformas de troca de anúncios que atuam como intermediárias entre compradores e vendedores. A juíza constatou que o Google bloqueou ilegalmente ​o acesso de editores ao seu servidor de anúncios, obrigando-os a usar o AdX.

A conduta anticoncorrencial da gigante da tecnologia “prejudicou substancialmente os clientes editores do Google, o processo competitivo e, em última análise, os consumidores de informações ‌na web aberta”, disse Brinkema na época.

Em um julgamento realizado no ano passado sobre as medidas corretivas do caso, o Departamento de Justiça argumentou que não se pode confiar no Google para administrar o AdX, dado seu comportamento anterior.

O Google argumentou que uma venda forçada seria ‌tecnicamente difícil e resultaria em uma transição longa e ‌dolorosa que prejudicaria os clientes. A empresa também procurou demonstrar que a exigência do Departamento de Justiça era diferente da oferta anterior do Google para vender o AdX a fim de encerrar uma investigação ⁠antitruste da UE, conforme noticiado pela Reuters em 2024.

De acordo com pesquisa e análise de documentos judiciais da Wedbush, o Ad Manager representou 4,1% da receita total do Google e 1,5% do lucro operacional em 2020. Dados mais recentes foram omitidos dos documentos judiciais.

REPRESSÃO ÀS TECNOLOGIAS NOS EUA EM RISCO



[Fonte Original]

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