Em abril de 2025, Brinkema decidiu que o Google detém monopólios ilegais sobre servidores que hospedam anúncios de editores e sobre as plataformas de troca de anúncios que atuam como intermediárias entre compradores e vendedores. A juíza constatou que o Google bloqueou ilegalmente o acesso de editores ao seu servidor de anúncios, obrigando-os a usar o AdX.
A conduta anticoncorrencial da gigante da tecnologia “prejudicou substancialmente os clientes editores do Google, o processo competitivo e, em última análise, os consumidores de informações na web aberta”, disse Brinkema na época.
Em um julgamento realizado no ano passado sobre as medidas corretivas do caso, o Departamento de Justiça argumentou que não se pode confiar no Google para administrar o AdX, dado seu comportamento anterior.
O Google argumentou que uma venda forçada seria tecnicamente difícil e resultaria em uma transição longa e dolorosa que prejudicaria os clientes. A empresa também procurou demonstrar que a exigência do Departamento de Justiça era diferente da oferta anterior do Google para vender o AdX a fim de encerrar uma investigação antitruste da UE, conforme noticiado pela Reuters em 2024.
De acordo com pesquisa e análise de documentos judiciais da Wedbush, o Ad Manager representou 4,1% da receita total do Google e 1,5% do lucro operacional em 2020. Dados mais recentes foram omitidos dos documentos judiciais.
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