Madre Angélica recebe prêmio póstumo no Sheen Awards inaugural em Illinois

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A fundadora da rede EWTN, Madre Angélica, recebeu postumamente o Prêmio Arcebispo Fulton J. Sheen de Conquista de Vida durante a primeira edição do Sheen Awards. O evento ocorreu em 25 de setembro de 2026, em Peoria, Illinois, um dia após a beatificação do arcebispo Sheen. A honraria celebra líderes que utilizam a mídia e a tecnologia para a evangelização e o serviço à Igreja Católica.

Qual é a importância do prêmio recebido pela fundadora da EWTN?

Madre Angélica foi a primeira a receber o prêmio de Conquista de Vida no Sheen Awards. Esta honraria é um reconhecimento formal ao seu trabalho pioneiro na televisão, onde fundou a Eternal Word Television Network (EWTN). A premiação destaca como ela transformou a comunicação religiosa, utilizando a tecnologia para levar o Evangelho a milhões de pessoas. O prêmio é especialmente simbólico por levar o nome de Fulton Sheen, outro grande comunicador católico, mostrando que a Madre deu continuidade ao legado de usar os meios de comunicação de massa para tocar os corações dos fiéis.

Quem foram as outras personalidades e instituições premiadas no evento?

Além da homenagem póstuma à Madre Angélica, o evento celebrou diversos nomes influentes do cenário católico atual. O bispo Robert Barron, conhecido por seu trabalho de evangelização digital, recebeu o Prêmio de Impacto em Evangelização. Jonathan Roumie, o ator que dá vida a Jesus na série The Chosen, foi agraciado com o prêmio na categoria Televisão e Streaming. Outros vencedores incluíram Katie McGrady em Rádio e Podcast, as Pontifícias Obras Missionárias em Missão e Humanitário, o aplicativo Hallow em Inovação e Paul J. Kim na categoria dedicada aos criadores de conteúdo digital.

Existe uma relação histórica entre Madre Angélica e o arcebispo Fulton Sheen?

Sim, a ligação é profunda e vista como uma sucessão espiritual na mídia católica. Peter Gagnon, presidente da EWTN Studios, destacou que Madre Angélica incorporou oficialmente a rede pouco mais de um ano após a morte de Sheen, em 1980. Para os organizadores, ela ‘pegou a tocha’ deixada pelo arcebispo, compreendendo que a lente da câmera era uma ferramenta poderosa para falar diretamente com cada indivíduo. Ambos compartilhavam um zelo incomum pelas almas e um amor pela Igreja que os motivou a serem inovadores, enfrentando os desafios técnicos e culturais de suas respectivas épocas.