O petróleo puxou os embarques totais em setembro e tornou-se o principal item exportado pelo Brasil no acumulado até o mês. Até agosto, a liderança era da soja. Os dois itens contribuíram para sustentar a elevação das exportações, favorecidos por alta de volume e preço, condições que também alcançaram outras commodities. Nas importações, retirados fatores extraordinários, houve desaceleração no mês. Esse ritmo não deve mudar muito nos próximos meses, segundo economistas. Para o ano, a perspectiva geral ainda é de resultado ainda robusto para a balança comercial, ainda que o governo tenha reduzido a estimativa de superávit para US$ 84,4 bilhões, de anteriores US$ 90 bilhões.