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domingo, janeiro 11, 2026

Governo Trump suspende programa que ‘sorteava’ Green Card

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O governo Trump suspendeu o programa de loteria do green card nos Estados Unidos, alegando que ele foi utilizado pelo suspeito do ataque a tiros na Universidade Brown que culminou na morte de um professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, disse em uma publicação na plataforma X que solicitou ao Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) a interrupção da loteria, oficialmente conhecida como Programa de Vistos de Imigrantes por Diversidade.

As autoridades americanas haviam identificado anteriormente o atirador como Claudio Manuel Neves Valente, um cidadão português de 48 anos e ex-aluno da Brown.

Segundo Noem, ele obteve o green card por meio do programa de loteria em 2017. O corpo dele foi encontrado na quinta-feira, após o que as autoridades descreveram como o que pode ser um suicídio.

“Esse indivíduo nunca deveria ter sido autorizado a entrar em nosso país”, escreveu Noem na publicação, acrescentando que a suspensão garantirá que “nenhum outro americano seja prejudicado por esse programa desastroso”.

A suspensão do programa de loteria, que concede até 50 mil vistos por ano, é a medida mais recente de Trump para restringir a imigração, muitas vezes em resposta a episódios de violência que seu governo atribui a políticas migratórias permissivas.

Anteriormente, o governo endureceu as regras de imigração para certos países em desenvolvimento após um cidadão afegão ser suspeito de atirar em dois soldados da Guarda Nacional em Washington.

O governo também avançou com a proposta de cobrar uma taxa de inscrição de US$ 100 mil para vistos H-1B, frequentemente utilizados pelo setor de tecnologia, e levantou a possibilidade de examinar anos de histórico em redes sociais de turistas que desejam visitar os EUA.

Além disso, o governo tem adotado uma postura rigorosa na aplicação das leis de imigração, depois que Trump prometeu realizar a maior deportação da história dos Estados Unidos.

Agentes da patrulha de fronteira têm atuado em cidades como Chicago e Los Angeles. O governo também segue com planos para ampliar de forma significativa a capacidade de detenção de imigrantes, possivelmente utilizando até duas dezenas de “megacentros” em galpões espalhados pelo país.

[Fonte Original]

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