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quinta-feira, janeiro 29, 2026

Os principais critérios de 2026 para manter o Bolsa Família sem risco de perder o benefício

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O governo federal mantém o rigor sobre as regras de permanência no Bolsa Família para 2026. Milhões de brasileiros dependem desse recurso mensalmente, por isso, entender os critérios de fiscalização é vital. Não basta apenas ter o perfil de renda, pois o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) cruza dados constantemente.

Para evitar surpresas desagradáveis no caixa eletrônico, o beneficiário precisa focar em três pilares: veja quais são abaixo.

1º pilar

A regra de ouro continua sendo a atualização do CadÚnico a cada dois anos. No entanto, se a família mudar de endereço ou se alguém conseguir um emprego, o aviso ao CRAS deve ser imediato. O governo utiliza inteligência de dados para identificar divergências na renda informada.

Famílias unipessoais, aquelas formadas por apenas uma pessoa, enfrentam fiscalização redobrada em 2026. O objetivo é frear fraudes e garantir que o dinheiro chegue a quem realmente vive sozinho. Por isso, mantenha documentos de identificação e comprovantes de residência sempre à mão.

2º pilar

O Bolsa Família não é apenas uma transferência de renda, mas um pacto social. O descumprimento das chamadas “condicionalidades” gera bloqueios progressivos.

  • Vacinação: A caderneta de saúde deve estar totalmente atualizada conforme o calendário do SUS.
  • Pré-natal: Gestantes precisam comprovar o acompanhamento médico regular.
  • Peso e Medida: O acompanhamento nutricional de crianças menores de 7 anos é obrigatório.

3º pilar

Frequência Escolar: Crianças de 4 a 5 anos precisam de 60% de presença. Para quem tem entre 6 e 18 anos, a exigência sobe para 75%.

Escolas públicas repassam esses dados de forma periódica. Ausências recorrentes sem justificativa costumam gerar advertências e, depois, suspensão do benefício.

Entenda a nova Regra de Proteção do Bolsa Família

Muitos beneficiários temem perder tudo ao conseguir um emprego. Para evitar isso, existe a regra de proteção. Ela permite que famílias que aumentem a renda para até meio salário mínimo por pessoa continuem recebendo 50% do valor do Bolsa Família.

Houve uma mudança importante no tempo de permanência. Quem entrou nessa fase de transição a partir de junho de 2025 agora tem direito a apenas um ano de benefício reduzido, e não mais dois. Já as famílias que já estavam na regra antes desse prazo preservam o direito aos 24 meses originais.

[Fonte Original]

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