19.5 C
Brasília
domingo, janeiro 4, 2026

Nenhuma ditadura é eterna, diz Flavio Bolsonaro sobre ataque dos EUA à Venezuela

- Advertisement -spot_imgspot_img
- Advertisement -spot_imgspot_img

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou neste sábado (3) o governo de Nicolás Maduro após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela. Segundo o senador, o episódio simboliza o resultado de “como um regime autoritário pode destruir uma nação”.

Indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como pré-candidato à Presidência, Flávio adotou um tom polarizado em manifestação publicada em seu perfil no X, afirmando que “nenhuma ditadura é eterna” e que “ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade”.

“A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário. Maduro utilizava o território venezuelano como rota estratégica para a distribuição de drogas para diversos países. O resultado é uma tragédia humanitária: colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver. Hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais”, afirmou.

“Nada disso foi acaso. É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança”, prosseguiu Flávio. Por fim, o senador afirmou que a Venezuela “voltará a ser livre”.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também endossou o ataque. O irmão de Flávio, que desde o começo do ano vive nos EUA, criticou a manifestação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que a ação militar na Venezuela representa uma derrota para a esquerda.

“O pacifismo cínico é sempre a fantasia dos que praticam o terror, escravizando o seu povo em nome da soberania ou pretensa estabilidade”, escreveu o ex-deputado em seu perfil no X. Horas antes, também em publicação nas redes sociais, Lula disse que os bombardeios “ultrapassam uma linha inaceitável”.

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência — Foto: Arthur Menescal/Bloomberg

[Fonte Original]

- Advertisement -spot_imgspot_img

Destaques

- Advertisement -spot_img

Últimas Notícias

- Advertisement -spot_img