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sexta-feira, janeiro 9, 2026

Petro convida ditadora interina da Venezuela para visita

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O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, considerou a ligação que teve com seu homólogo dos EUA, Donald Trump, um avanço diplomático, de acordo com declarações nesta quinta-feira (8).

Os dois líderes tiveram uma conversa no dia anterior, ocasião na qual acertaram uma reunião na Casa Branca ainda sem data definida. Trump disse após o contato que foi uma “grande honra” falar com o colombiano, com que viveu meses de tensões verbais.

Ainda nesta quinta-feira, a ministra das Relações Exteriores da Colômbia, Rosa Villavicencio, confirmou o convite feito à ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, para visitar o país, e a oferta do governo do presidente Gustavo Petro de mediar a crise no país, especialmente após a prisão de Nicolás Maduro pelos EUA.

“O presidente conversou com a nova presidente de nosso país vizinho, a Venezuela, para convidá-la a vir ao país, pois também é necessário restabelecer esse diálogo com base nos interesses comuns que temos como países, como nações irmãs”, disse a ministra em coletiva de imprensa em Bogotá.

Segundo Villavicencio, Rodríguez “ainda não respondeu” ao convite de Petro, nem confirmou se essa iniciativa implica o reconhecimento da representante do regime chavista pela Colômbia, decisão que cabe ao líder colombiano.

“O convite foi feito, assim como o convite feito ao Presidente Trump para visitar a Colômbia, para nos conhecer e estabelecer um diálogo muito mais presencial e direto”, afirmou ela na coletiva de imprensa convocada para discutir os preparativos para o encontro que Petro terá com o presidente americano na Casa Branca.

Petro disse na noite desta quarta-feira que conversou com a ditadora interina da Venezuela dois dias atrás, ocasião na qual a convidou para a Colômbia e propôs um diálogo tripartite com os EUA para “estabilizar” a sociedade venezuelana e evitar um surto de violência após a intervenção militar de Washington e a captura de Maduro.

No dia anterior, antes da ligação telefônica com o Sr. Trump, o líder esquerdista disse em rara entrevista ao The New York Times que temia que o chefe da Casa Branca tentasse justificar uma operação militar na Colômbia associando-o a Maduro ou rotulando-o como narcotraficante.

[Fonte Original]

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