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sábado, janeiro 31, 2026

As previsões sobre inteligência artificial de 70 anos atrás que são realidade hoje – BBC News Brasil

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Crédito, Getty Images

Legenda da foto, Joseph Weizenbaum, criador do primeiro chatbot, Eliza, de 1966

    • Author, Luiz Fernando Toledo
    • Role, Da BBC News Brasil em Londres
  • Tempo de leitura: 9 min

Recorrer a um chatbot (como o ChatGPT, Gemini ou Claude) em busca de terapia, ou até mesmo de um novo amigo, pode soar como uma história controversa dos nossos tempos, coisa do século 21.

Mas não é uma questão exatamente inédita.

Desde os anos 1950, a trajetória da inteligência artificial tem sido marcada pelos mesmos dilemas: medo de que máquinas substituam humanos, a tendência de humanizar a tecnologia, o apego emocional que muitas pessoas desenvolvem por ela e as promessas ambiciosas que raramente se cumprem — mas que continuam a atrair investimentos e atenção.

“Existe uma diferença de que hoje estamos em um contexto do capital financeiro e dos investimentos que essas empresas atraem, o espaço que elas conseguem junto a governos”, disse à BBC News Brasil Bernardo Gonçalves, pesquisador de inteligência artificial, filósofo e tecnologista do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

[Fonte Original]

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