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quarta-feira, janeiro 28, 2026

Fidelity entra no mercado de stablecoins com dólar digital FIDD

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A Fidelity Investments expandirá sua oferta de ativos digitais com planos de lançar sua própria stablecoin atrelada ao dólar americano, a Fidelity Digital Dollar (FIDD), informou a empresa em um comunicado à imprensa. O novo token estará disponível para investidores de varejo e institucionais “nas próximas semanas” e funcionará na blockchain do Ethereum.

A stablecoin será emitida pela Fidelity Digital Assets, subsidiária da empresa focada em criptomoedas, e será totalmente lastreada em dólares americanos e equivalentes em dinheiro de alta qualidade.

“Como gestora de ativos líder e pioneira em ativos digitais, a Fidelity está em uma posição única para fornecer aos investidores utilidade on-chain por meio de um dólar digital”, disse no comunicado Mike O’Reilly, presidente da Fidelity Digital Assets.

O novo token da Fidelity baseado em Ethereum entrará em um mercado muito concorrido, com concorrentes como o USDC da Circle e o USDT da Tether, que juntos representam 82% da capitalização total do mercado de stablecoins.

O momento das stablecoins

As stablecoins experimentaram um crescimento recorde em 2025. Ao final do ano, a capitalização de mercado da categoria havia crescido 49%, atingindo US$ 306 bilhões. Nesta quarta-feira (28), a capitalização de mercado alcançou US$ 311,5 bilhões, de acordo com o agregador de preços de criptomoedas CoinGecko.

O crescimento deve-se em grande parte à assinatura da Lei GENIUS nos EUA em julho passado, que regulou a emissão e negociação de stablecoins no país.

Leia também: O que são stablecoins e como usar essa classe de criptomoedas

Em março de 2025, uma pessoa familiarizada com a empresa disse ao Decrypt que a Fidelity havia começado a testar uma stablecoin. Na época, ela afirmou que a gestora de ativos de US$ 5 trilhões ainda não estava pronta para lançar o token no mercado.

A iniciativa da Fidelity reflete o crescente interesse das instituições financeiras tradicionais em stablecoins, à medida que a liquidação baseada em blockchain ganha força — embora nem todas elas queiram oferecer um produto para o varejo.

O JPMorgan causou alvoroço no ano passado ao registrar a marca “JPMD”, dando início a especulações de que o banco lançaria em breve uma stablecoin. Mas o token acabou sendo um token de depósito em dólar que agora é negociado na Base, rede de segunda camada do Ethereum incubada pela Coinbase, e na Canton Network.

* Traduzido e editado com autorização do Decrypt.

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[Fonte Original]

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