A Apple foi a líder global em vendas de smartphones em 2025. Essa é a principal conclusão de um levantamento feito pela Counterpoint Research ao avaliar a quantidade de celulares comercializados no ano passado.
No geral, o estudo indica que o mercado de celulares cresceu 2% em comparação com o ano anterior. Fatores como a popularização de aparelhos 5G no mundo, o bom marketing de determinadas companhias e uma situação financeira favorável para comprar dispositivos premium ajudaram a manter a indústria em alta.
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Após um empate com a Samsung no ano anterior e previsões sobre a mudança de posição, desta vez a liderança da Apple foi individual: ela fechou o ano com 20% de fatia de mercado, contra 19% da rival sul-coreana.
A chinesa Xiaomi mantém o terceiro lugar conquistado já há alguns anos, enquanto Oppo e Vivo (que no Brasil atende por Jovi) estão empatadas em quarto lugar com 8% cada. A soma das demais fabricantes é de 32%.
iPhone em alta
- O principal fator que explica a liderança da Apple é o sucesso comercial da linha iPhone 17. A marca viu as vendas crescerem 10% em comparação com o ano anterior, inclusive por um bom desempenho em mercados emergentes e onde ela não é dominante. Até mesmo a família anterior, iPhone 16, seguiu apresentando boas vendas em certas regiões;
- Apesar da ultrapassagem, o ano da Samsung não foi ruim: ela cresceu 5% em vendas e teve um volume de vendas maior em aparelhos como o Galaxy Z Fold 7 e a linha Galaxy S25. Além disso, os modelos intermediários Galaxy A seguem como um destaque comercial em várias regiões;
- A Xiaomi tem um desempenho considerado “estável” mesmo com uma abordagem cada vez mais voltada para dispositivos premium, mas ainda com um catálogo equilibrado e força na América Latina;
- A disputa entre Oppo e Vivo pode pender para a primeira marca: em 2026, com a incorporação da Realme como submarca, ela pode chegar a mais de 10% de voluma de mercado;
- Segundo o estudo, duas empresas se destacaram pelo aumento em vendas na categoria Outros: a Nothing (que cresceu 31% em comparação com 2024) e o Google com os modelos Pixel (aumento de 25%);
A Counterpoint acredita ainda que o mercado de celulares pode encolher até 3% do ano passado para o atual. O motivo é a atual escassez de chips de memórias, que deve prejudicar tanto o estoque e a estratégia de fabricantes quanto interferir no preço desses aparelhos.
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