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quarta-feira, fevereiro 18, 2026

INSS define regras do 13º salário em 2026; confira quem tem direito

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Algumas regras do INSS mudam quase sem alarde. Ainda assim, elas afetam diretamente o bolso de milhões de brasileiros. Em 2026, o 13º salário do INSS volta ao centro das atenções, especialmente por causa do novo salário mínimo e da possibilidade de antecipação.

O abono anual, nome oficial do 13º do INSS, não contempla todos os beneficiários. Por isso, entender quem realmente tem direito evita frustração e ajuda no planejamento financeiro.

Quem recebe o 13º do INSS em 2026

Têm direito ao 13º salário do INSS os segurados que recebem benefícios previdenciários contributivos. Entre eles:

  • Aposentadorias
  • Pensão por morte
  • Auxílio-doença
  • Auxílio-acidente
  • Auxílio-reclusão

Já quem recebe o BPC/Loas não entra na lista. Como o benefício tem caráter assistencial e não exige contribuição direta, a lei não prevê o pagamento do abono anual.

Essa diferença ainda gera dúvidas. No entanto, a regra permanece a mesma para 2026.

Como funciona o pagamento

O INSS mantém o modelo tradicional de depósito em duas parcelas. Primeiro, paga metade do valor do benefício mensal, sem desconto. Depois, libera a segunda parte, que pode sofrer dedução de Imposto de Renda, dependendo da faixa do segurado.

Em 2026, o piso previdenciário segue o salário mínimo fixado em R$ 1.621. Quem recebeu esse valor durante todo o ano terá direito a um 13º no mesmo montante, dividido em duas parcelas de R$ 810,50.

No outro extremo, quem recebe o teto do INSS, de R$ 8.475,55, também tem direito ao valor integral. A divisão ocorre da mesma forma, com possível desconto de IR na segunda parcela.

Quem começou a receber o benefício ao longo do ano não perde o direito. Porém, o valor será proporcional. O cálculo considera os meses de pagamento, sendo que cada mês corresponde a 1/12 do total.

Quanto ao calendário, o governo ainda não publicou decreto sobre antecipação em 2026. Se repetir o padrão recente, os depósitos devem ocorrer entre abril e junho. Caso contrário, o cronograma tradicional volta, com pagamentos em agosto e novembro.

Diante desse cenário, acompanhar os comunicados oficiais do INSS virou passo essencial para quem depende do benefício. Informação atualizada, nesse caso, significa dinheiro no momento certo.

[Fonte Original]

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