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sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Bolsas caem em NY com PIB mais fraco e inflação mais alta nos EUA

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Os principais índices de ações de Nova York abriram em queda nesta sexta-feira, com investidores acompanhando a divulgação de dados macroeconômicos nesta manhã. O Produto Interno Bruto (PIB) subiu 1,4% no quarto trimestre do ano passado, o que ficou bem abaixo do consenso do mercado, de alta de 2,5%. Ao mesmo tempo, o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), a métrica de inflação preferida pelo Federal Reserve (Fed) veio levemente acima do esperado. Investidores também monitoram uma possível decisão da Supreme Court sobre as tarifas do presidente Donald Trump.

Por volta das 11h35 (de Brasília), o índice Dow Jones tinha queda de 0,38%, aos 49.209,63 pontos, o S&P 500 recuava 0,33%, aos 6.840,43 pontos, e o Nasdaq cedia 0,45%, aos 22.581,676 pontos. Entre os setores, itens básicos de consumo (-0,48%), financeiro (-0,33%) e tecnologia (-0,30%) apresentavam as maiores perdas, enquanto comunicação (+0,75%) e imobiliário (+0,21%) lideravam as poucas altas.

No cenário macroeconômico, a leitura mais recente do PIB americano mostrou um avanço de 1,4% no quarto trimestre de 2025, ficando bem abaixo da estimativa média de 2,5% dos economistas consultados pelo The Wall Street Journal. O índice PCE de inflação subiu 0,4% em dezembro ante novembro e 2,9% na base anual, ante consenso de alta de 0,3% e de 2,8%, respectivamente. Já o núcleo do indicador, que exclui itens voláteis, avançou 0,4% e 3,0%, ante expectativas de alta de 0,3% e 3,0%.

Na agenda do dia, investidores ainda acompanharão os índices de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da atividade econômica nos Estados Unidos medidos pela S&P Global e a pesquisa de sentimento do consumidor e expectativas de inflação da Universidade de Michigan. Discursos de dirigentes do Fed também seguem no radar, especialmente após a ata da última reunião do banco central americano mostrar um comitê dividido quanto aos próximos passos da política monetária.

“Os membros do Fomc continuarão aguardando sinais adicionais de que a inflação do núcleo do PCE está retornando à meta de 2% antes de voltar a flexibilizar a política monetária”, comentam economistas da Pantheon Macroconomics, em nota.

[Fonte Original]

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