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quarta-feira, fevereiro 4, 2026

Dólar à vista encerra estável mesmo com cenário externo desfavorável e ruído sobre BC

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O dólar à vista terminou o pregão desta quarta-feira na estabilidade frente ao real, mesmo com a moeda americana mais forte no exterior e com ruídos locais. Hoje, a maior aversão a ativos de risco no exterior (em especial ações de empresas de tecnologia nos Estados Unidos) pressionou os mercados e abriu espaço para uma correção na recente depreciação da moeda americana. No caso do câmbio, algumas divisas de mercados emergentes e ligadas a commodities conseguiram ser exceções da dinâmica global de dólar forte.

No Brasil, o ambiente também foi desfavorável ao câmbio, em dia de forte pressão no Ibovespa e com as taxas futuras em alta, em meio à percepção de risco doméstico com a expectativa sobre a possível nomeação de diretores do Banco Central. Como o real conseguiu terminar o pregão intacto, operadores avaliaram que a moeda teve um desempenho bom, diante das pressões existentes.

Terminado o pregão do mercado à vista, o dólar ficou estável, a R$ 5,2495, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,2162 e encostado na máxima de R$ 5,2645. Já o euro comercial recuou 0,02%, a R$ 6,1991.

No exterior, perto do fechamento, havia poucas moedas valorizando frente ao dólar, como os pesos chileno e colombiano, além do rublo russo e do florim húngaro. Já o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, avançava 0,20%, aos 97,630 pontos.

[Fonte Original]

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