O escândalo do Banco Master se aprofunda, evoluindo de uma crise financeira para um problema político direto para o governo Lula. Figuras importantes da República são citadas, e uma decisão do ministro do STF Dias Toffoli, aguardada para esta semana, pode revelar novos detalhes do caso.
O que mudou no caso do Banco Master?
A investigação deixou de ser apenas financeira e virou uma crise política. Um documento do Banco Central, datado de 2024, revela um ultimato dado à instituição. Agora, a pressão aumenta sobre o ministro do STF Dias Toffoli para que ele levante parte do sigilo do processo, o que pode expor novas informações e ampliar o escândalo.
Quais figuras políticas estão envolvidas no caso?
A investigação cita nomes diretamente ligados a governos anteriores e ao atual. Entre eles estão Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda; Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF e atual ministro da Justiça; e Jaques Wagner, líder do governo no Senado. A menção a essas figuras conecta o escândalo financeiro ao centro do poder político em Brasília.
Além do Banco Master, que outra polêmica recente envolve o STF?
O chamado “Gilmarpalooza”, um fórum jurídico realizado em Lisboa e coordenado pelo ministro Gilmar Mendes, segue confirmado para 2026. O evento, que reúne altas autoridades dos Três Poderes, continua sendo planejado mesmo em meio à sucessão de escândalos e críticas envolvendo o Supremo Tribunal Federal.
O governo também enfrenta críticas na área fiscal?
Sim. O Tribunal de Contas da União (TCU), órgão que fiscaliza as contas do governo, identificou manobras para gastar dinheiro “por fora” do orçamento. Segundo o TCU, o governo tem usado artifícios para não registrar certas despesas, driblando as regras fiscais que limitam os gastos públicos e comprometendo a transparência.
Há novidades em outros casos de repercussão internacional?
Sim, no caso Epstein. Novos arquivos liberados pela Justiça americana trouxeram mais detalhes sobre a rede de exploração sexual. Os documentos incluem relatos sobre um príncipe que teria se ajoelhado diante de uma das vítimas, além de registros de conversas com o empresário Elon Musk e menções ao ex-presidente americano Donald Trump.
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