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sábado, fevereiro 28, 2026

Freedom.gov: Trump lança site contra a censura mundial

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O governo de Donald Trump prepara o lançamento do Freedom.gov, um site desenvolvido pelo Departamento de Estado dos EUA. O objetivo é permitir que cidadãos de todo o mundo acessem conteúdos bloqueados por governos locais e naveguem de forma anônima para garantir a liberdade de expressão.

O que é o projeto Freedom.gov e qual sua utilidade?

O Freedom.gov é um portal que funcionará como uma porta alternativa para a internet. Ele foi criado para que pessoas que vivem em países com restrições digitais possam acessar sites e redes sociais que foram proibidos ou removidos por ordens judiciais e leis locais. A ideia é oferecer fora dos Estados Unidos o mesmo nível de liberdade de acesso que os americanos possuem, combatendo o avanço do controle estatal sobre o que se pode ler ou publicar online.

Como o site funcionará tecnicamente para evitar bloqueios?

O site deverá integrar uma tecnologia similar a uma VPN (Rede Privada Virtual). Isso significa que, quando alguém acessa o portal, o tráfego de dados é mascarado para parecer que a conexão está vindo de dentro dos Estados Unidos, mesmo que o usuário esteja em outro país. Além disso, autoridades americanas afirmam que o portal não registrará o endereço de IP do usuário, o histórico de navegação ou qualquer dado que possa identificar quem está acessando o conteúdo.

Por que o Brasil é citado como um dos possíveis beneficiados?

Embora o foco inicial inclua países como China e Irã, o cenário jurídico brasileiro despertou atenção. Decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenderam plataformas e bloquearam perfis geraram expectativa de que o Freedom.gov sirva para disponibilizar conteúdos que hoje estão censurados no Brasil. Inclusive, o CEO do Rumble, Chris Pavlovski, sugeriu em suas redes sociais que a nova ferramenta poderá ser uma solução para os usuários brasileiros.

Quais são os principais embates globais que motivaram a criação do portal?

O projeto surge em resposta ao aumento de leis rigorosas de moderação de conteúdo. Na Europa, a Lei de Serviços Digitais (DSA) já resultou em multas pesadas contra o X (antigo Twitter) por não remover rapidamente conteúdos considerados ilegais. No Reino Unido, leis similares também impõem sanções severas. O governo Trump classifica essas regulações como ameaças à liberdade de expressão e pretende oferecer uma ferramenta tecnológica para contornar essas limitações.

Quem está liderando essa iniciativa nos Estados Unidos?

A iniciativa é capitaneada por Sarah Rogers, subsecretária do Departamento de Estado para Diplomacia Pública. Ela defende que a liberdade digital é uma prioridade estratégica e um direito humano fundamental. Rogers tem reforçado em entrevistas e podcasts que o governo americano apoiará ferramentas que garantam o acesso à informação sem a interferência ou censura imposta por governos estrangeiros sobre seus próprios cidadãos.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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[Fonte Original]

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