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terça-feira, fevereiro 24, 2026

Ibovespa Renova Recordes e Fecha Acima dos 191 Mil Pontos 

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O Ibovespa avançou mais de 1% nesta terça-feira, 24, renovando recordes e encerrando acima dos 191 mil pontos pela primeira vez, em movimento puxado mais uma vez pelas blue chips, que têm sido embaladas neste começo de ano pelo forte fluxo de estrangeiros para a bolsa paulista.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa fechou em alta de 1,40%, a 191.495,56 pontos, novo topo de fechamento. Na máxima do dia, chegou a 191.780,77, novo recorde intradia. Na mínima, marcou 188.854,45 pontos.

O volume financeiro no pregão somava R$ 28,7 bilhões antes dos ajustes finais.

Dólar

O fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil voltou a conduzir a queda do dólar nesta sessão, na qual a moeda norte-americana também cedeu ante pares do real no exterior, como o peso chileno e o peso mexicano.

Com o Ibovespa acima dos 191 mil pontos, o dólar fechou em baixa de 0,27%, aos R$ 5,15, o menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024, quando encerrou no mesmo valor. No ano, a moeda acumula agora queda de 6,07%.

A divisa norte-americana chegou a subir no início do dia, mas a abertura da bolsa brasileira colocou as cotações em trajetória de queda, em meio ao fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil.

“Tem muito capital estrangeiro entrando no Brasil, o que acaba favorecendo o real em relação ao dólar”, comentou Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

Após marcar a maior cotação da sessão,o valor de R$ 5,19 (+0,32%) às 9h47 — pouco antes da abertura da bolsa –, o dólar- atingiu a mínima de R$ 5,14 (-0,51%) às 13h12, quando o Ibovespa já havia superado os 191 mil pontos.

Dólar segue reagindo às tarifas

Os EUA passaram a aplicar nesta terça-feira uma tarifa adicional de 10% sobre todos os produtos não cobertos por isenções, segundo um aviso emitido pela alfândega do país. Essa é a taxa inicialmente anunciada por Trump na última sexta-feira, e não os 15% que ele prometeu no sábado.

A cobrança é uma reação à decisão da Suprema Corte que derrubou as tarifas anunciadas no ano passado por Trump sobre uma série de países, mas coloca em dúvida os acordos comerciais negociados recentemente pelos EUA com parceiros como Japão, União Europeia e Reino Unido.

[Fonte Original]

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