Emissor do token, Grupo Braza destaca que a expansão amplia alcance, liquidez e reduz custos de transação para usuários e empresas que operam na Web3.
Resumo da notícia:
Stablecoin do real brasileiro BBRL desembarca na rede Polygon.
Emissor destaca que o token é auditado e emitido por uma instituição regulada pelo BC.
Proposta é expandir alcance global, ampliando utilização do BBRL em pagamentos, transferências e operações digitais internacionais.
O Grupo Braza anunciou esta semana a integração do BBRL, stablecoin pareada ao real brasileiro (BRL), à rede Polygon, blockchain de escalonamento de camada 2 para rede Ethereum.
De acordo com grupo especializado em soluções financeiras, a integração amplia consideravelmente o alcance do BBRL, oferecendo aos usuários e empresas mais liquidez, interoperabilidade e custos de transação reduzidos dentro do ecossistema Web3.
O Braza salientou que a chegada à Polygon reforça a estratégia do Grupo Braza de conectar o real brasileiro ao mercado global de criptoativos, ampliando sua utilização em pagamentos, transferências e operações digitais internacionais.
Segundo o diretor de Cripto do Grupo Braza, André Zachary, o BBRL é lastreado ao real, auditado e emitido por uma instituição regulada pelo Banco Central do Brasil, garantindo segurança, transparência e confiabilidade.
Estamos ampliando o acesso ao BBRL para novos públicos e integrando o real digitalizado às principais redes blockchain do mundo. O futuro do câmbio e dos pagamentos é on-chain, e o Braza está liderando esse movimento, disse.
Zachary lembrou que o BBRL está disponível desde 2025 para clientes institucionais e também para o público B2C, como parte da estratégia do Grupo Braza de ampliar o acesso de pessoas e empresas ao mercado digital de forma mais inclusiva.
Essa stablecoin permite realizar transferências internacionais transparentes, investimentos e transações comerciais com estabilidade, além de trazer eficiência e segurança ao mercado. Nosso objetivo é construir uma rede que confere uma alta liquidez para ela, ressaltou.
A Polygon Labs também destacou que a integração da stablecoin brasileira fortalece seu posicionamento como uma das redes preferidas para pagamentos digitais globais, especialmente em mercados emergentes. Ao permitir que o BBRL opere como um real brasileiro on-chain com utilidade prática para pagamento no mundo real, a iniciativa contribui para expandir a adoção de stablecoins, aumentar a liquidez transfronteiriça e impulsionar uma infraestrutura de pagamentos escalável na América Latina e além.
Na avaliação do CEO da Polygon Labs, Marc Boiron, “a integração do BBRL à blockchain da Polygon é um passo significativo para expandir o acesso a pagamentos digitais eficientes e de baixo custo em toda a América Latina”.
As stablecoins estão se tornando infraestrutura essencial para o comércio global, e o suporte a ativos regulamentados e lastreados em moeda fiduciária, como o BBRL, na Polygon, ajuda a acelerar a adoção de soluções financeiras on-chain confiáveis e escaláveis no Brasil e em outros países, emendou.
Enquanto isso, brasileiros trocam dólar e euro por stablecoins em viagens para o exterior para fugir do IOF e da Receita Federal, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.