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sábado, fevereiro 28, 2026

Em carta divulgada por Michelle, Bolsonaro anuncia apoio a Marcos Pollon ao Senado por MS

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou uma carta assinada por Jair Bolsonaro (PL) na qual ele confirma que apoia o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) na disputa ao Senado pelo Mato Grosso do Sul.

Michelle divulgou a carta neste sábado (28) em suas redes sociais após ter visitado o ex-presidente, que está preso na Papudinha.

No texto, Bolsonaro diz que “brevemente” publicará uma lista dos pré-candidatos do partido ao Senado pelo Brasil. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, já havia adiantado nesta semana que as candidaturas ao Senado passarão pelo crivo de Bolsonaro, enquanto ele deve opinar sobre os candidatos a governador.

“Adianto que, por Mato Grosso do Sul, pelo seu caráter, honra e dedicação enquanto deputado federal, o meu candidato será Marcos Pollon”, escreveu o ex-presidente.

Na publicação, Michelle confirmou a informação e acenou para a esposa de Pollon, Naiane Bittencourt, como alguém que “esteve ao seu lado na construção do PL Mulher”. A publicação foi compartilhada por Pollon em suas redes logo em seguida.

“Confio plenamente em Deus que toda mentira levantada para denegrir a imagem do Deputado será desmascarada. A verdade prevalecerá”, postou a ex-primeira-dama.

Além de Pollon, outros nomes do PL vinham sendo cotados para concorrer ao Senado, como Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL), e a situação vinha sendo discutida pelo partido.

Nesta semana, vieram à tona registros feitos pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) durante reuniões na sede do partido no qual ele escreve o nome de Pollon, com a seguinte anotação ao lado: “pediu 15 mi p/ não ser candidato”. Pollon negou ter feito qualquer solicitação nesse sentido. A anotação aparece em meio a avaliações sobre pesquisas e viabilidade local, indicando que a direção nacional acompanha de perto disputas consideradas estratégicas.

Indagado sobre a anotação, Flávio afirmou que os registros foram feitos por ele durante as reuniões e que não representam decisões consolidadas.

— Ontem eu tive várias reuniões para falar de vários estados e anotava no papel. Em algum momento, algum coleguinha de vocês tirou foto das minhas anotações, mas não eram opiniões minhas, eram sugestões de pessoas — disse— Uma pessoa que conversou comigo disse que ele pediu R$ 15 milhões, mas isso nunca aconteceu.

Em entrevista na terça, o senador declarou que as composições estaduais vêm sendo discutidas “há mais de um ano” e que nenhuma decisão é tornada pública sem o aval do ex-presidente. Segundo ele, o PL poderá lançar até 11 candidaturas próprias aos governos estaduais e, diferentemente de 2022, haverá maior envolvimento da direção nacional na definição dos palanques.

[Fonte Original]

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