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segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Exposição abre closet grifado da colecionadora Eva Klabin

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Esse olhar esteticamente apurado se estendeu para diversas esferas de sua vida. A exposição “Beleza habitada: Eva Klabin, moda e memórias”, recém-aberta na Casa Museu Eva Klabin (que fica na Lagoa e foi criada por ela em 1990, sendo oficialmente aberta ao público em 1995), traz peças de alta-costura que traduzem o seu estilo e retratam o tempo em que ela viveu. Além de roupas e acessórios, documentos, mobiliário, louças, pinturas e fotografias fazem parte da mostra. Outras facetas da colecionadora, como a de viajante inveterada em transatlânticos icônicos e de anfitriã requintada, que recebia em sua casa personalidades como o banqueiro americano David Rockefeller, também são destaques.

Entre roupas de estilistas consagrados, como Pierre Cardin e Christian Dior, a exposição joga luz sobre Zulnie David, modista romena que viveu no Rio e vestiu Eva por décadas. “Ela soube articular a alta-costura do século XX com a produção de Zulnie, modista judia de origem romena que construiu a trajetória no Rio. Revela olhar refinado e percepção da moda como espaço de circulação de culturas”, diz o pesquisador Brunno Almeida Maia, que assina a curadoria ao lado de Helena Severo. Para a diretora artística da Casa Museu Eva Klabin, Camilla Rocha Campos, o momento é especial: “Ao integrar indumentárias e obras de arte, a gente se alinha a um diálogo contemporâneo com outras instituições, como o Metropolitan Museum of Art, de Nova York”. De quarta a domingo, das 14 às 18h, até 24 de maio.

[Fonte Original]

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