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quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Zuckerberg nega em julgamento em Los Angeles que Instagram tenha crianças como alvo

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Matthew Bergman, advogado que representa outros pais que alegam que as redes sociais causaram a morte de seus filhos, disse a repórteres do lado de fora do tribunal que os pais, ‌vários dos quais têm acompanhado o julgamento, esperam que o custo ‌do processo force mudanças no setor.

“Sabemos que, simplesmente por termos alcançado esse marco, a justiça foi feita”, disse ele sobre o depoimento de Zuckerberg e o julgamento.

CASO PARTE DE UMA REAÇÃO MAIS AMPLA

O processo serve como um caso de teste para reivindicações semelhantes em um grupo maior de casos ⁠contra a Meta, o Google, da Alphabet, o Snap e o TikTok. Famílias, distritos escolares e Estados entraram com milhares de ações judiciais nos EUA acusando as empresas de alimentar uma crise de saúde mental entre os jovens.

Um veredicto desfavorável às empresas no caso de Los Angeles poderia minar a longa defesa jurídica das grandes empresas de tecnologia contra alegações de danos aos usuários. Por muitos anos, a legislação norte-americana protegeu as empresas de internet da responsabilidade por decisões relativas ao conteúdo. Mas os processos em andamento se concentram na forma como as empresas projetaram e operaram as plataformas.

Ao longo dos anos, reportagens investigativas revelaram ​documentos internos da Meta que mostravam que a empresa tinha ​conhecimento dos potenciais danos à saúde mental. Pesquisadores da Meta descobriram que alguns adolescentes relataram que o Instagram os fazia sentir-se mal com seus corpos regularmente, e que essas pessoas viam significativamente mais conteúdo relacionado a transtornos alimentares do que aquelas que não viam, conforme relatado pela Reuters em outubro.



[Fonte Original]

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