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sexta-feira, março 6, 2026

BC pede ao mercado projeções de impacto na inflação da guerra EUA-Irã

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O Banco Central (BC) pediu ao mercado que enviasse suas expectativas de impacto dos conflitos no Oriente Médio sobre a inflação brasileira. A questão faz parte do Questionário Pré-Copom (QPC) que é enviado para participantes do mercado antes de cada reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Na questão, o BC pede a expectativa de impacto “por meio de movimentos nos preços de commodities e de ativos financeiros (internacionais e domésticos”. Os respondentes devem assinalar se o efeito será “fortemente desinflacionário”; “discretamente desinflacionário”; “neutro ou irrelevante”; “discretamente inflacionário” ou “fortemente inflacionário”.

As respostas obtidas no QPC são analisadas pelo Copom durante a reunião. O próximo encontro está marcado para os dias 17 e 18 de março.

Além da pergunta sobre geopolítica, o BC também requisitou que os respondentes informassem suas projeções para as variações trimestrais do Valor Adicionado Bruto (VAB) do agronegócio para o primeiro e o segundo trimestres deste ano. O VAB é um indicador de atividade calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Banco Central também voltou a requisitar as estimativas do mercado para o hiato do produto, que mede a ociosidade da economia. Nesta edição do QPC, o BC pediu as projeções para os últimos trimestres de 2025, 2026 e 2027.

Os respondentes ainda poderão informar as projeções para o comportamento do crédito em 2026, como as variações para pessoas físicas e jurídicas nos recursos livres e direcionados.

[Fonte Original]

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