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sábado, março 28, 2026

Dólar à vista tem leve queda no dia, mas recua 1,26% na semana

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O dólar à vista exibiu leve desvalorização frente ao real na sessão desta sexta-feira, um movimento descolado do que ocorreu no exterior. Hoje, a moeda americana seguiu exibindo apreciação na maioria dos mercados mais líquidos, diante de novos ataques no Oriente Médio. Aqui, a dinâmica divergiu em um misto de ajuste técnico e possível fluxo ao país, conforme relataram operadores pela manhã. Com a queda de hoje, o dólar acumulou recuo de 1,26% na semana.

Encerradas as negociações desta sexta, o dólar à vista fechou negociado em queda de 0,28%, cotado a R$ 5,2414, depois de ter tocado na mínima de R$ 5,2181 e encostado na máxima de R$ 5,2789. Já o euro comercial recuou 0,32%, a R$ 6,0364.

Perto das 17h05, o real apresentava o terceiro melhor desempenho entre as 33 moedas mais líquidas acompanhadas pelo Valor, atrás apenas do ringgit malaio e do peso chileno. Já o índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, avançava 0,21%, aos 100,107 pontos.

No começo das negociações de hoje, o dólar exibiu valorização frente ao real, mas a dinâmica não se sustentou por muito tempo. Operadores mencionaram o recuo dos juros curtos nos Estados Unidos como possível motivo para a melhora do real e de outras moedas com juros mais altos, mas apontaram também outros fatores, como possível fluxo de exportadores e até de companhias ao país. Além disso, houve relatos sobre posições compradas em real contra o peso mexicano, que poderia estar favorecendo a divisa brasileira.

Tal posicionamento coincide com a preferência do Bank of America. Segundo o banco americano, sua posição preferida agora é comprada em real contra o peso mexicano, pois a casa diz acreditar que “o Brasil tende a ser um ganhador relativo dentro de mercados emergentes no atual ambiente de preços mais altos de commodities, e o carry deve continuar favorecendo o Brasil em relação ao México no curto prazo”.

Ainda segundo o banco, a lição até agora é que moedas latino-americanas de países produtores de commodities, que são menos dependentes de energia e conseguem oferecer algum prêmio de risco/carry, ainda podem apresentar bom desempenho para investimento.

[Fonte Original]

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