A nova Carteira de Identidade Nacional, a CIN, já está disponível em todo o país. O documento substitui o RG tradicional e, na primeira emissão, não tem custo para o cidadão. A medida vale para brasileiros natos e naturalizados.
A emissão acontece nos institutos de identificação de cada estado. Por isso, o processo pode variar conforme a região. Ainda assim, a regra da gratuidade na primeira via segue nacional.
Quem pode tirar a nova identidade
Crianças, adolescentes e adultos podem solicitar a CIN. No caso de menores, a presença de um responsável legal é obrigatória. Também é preciso apresentar a certidão de nascimento.
Esse ponto costuma gerar dúvidas. Afinal, muita gente acredita que o documento só vale para adultos. Não é o caso. A nova identidade já pode ser emitida desde cedo.
Como funciona o agendamento da CIN
Antes de ir ao posto de atendimento, o cidadão precisa agendar o serviço. Cada estado tem seu próprio sistema, por isso é essencial verificar o site correto.
O processo segue um padrão simples:
- Consultar o órgão responsável no estado
- Acessar o site oficial
- Escolher data e local disponíveis
A lista de links por estado inclui unidades como Ceará, São Paulo, Bahia, entre outros. Conferir essas informações evita perda de tempo:
Confira links para agendamento por estado
Documentos necessários para fazer a CIN
Na maioria dos casos, o cidadão deve apresentar:
- Certidão de nascimento ou casamento
- CPF
- Comprovante de agendamento
Alguns estados podem pedir documentos extras. Por isso, vale checar antes.
Até quando o RG antigo continua válido
O RG atual ainda pode ser usado até 2032, desde que esteja em bom estado. Ou seja, sem rasuras e com dados legíveis.
Por outro lado, há situações que exigem troca imediata:
Documento danificado ou ilegível
- Foto muito antiga
- Alteração de dados pessoais
- Erros cadastrais
- Perda ou roubo
Nesses casos, o risco é real. Bancos, aeroportos e órgãos públicos podem recusar o documento.
Vale a pena antecipar a troca?
Mesmo sem obrigação imediata, muitos brasileiros já optam pela nova CIN. O motivo é direto: mais segurança e integração com o CPF.
Além disso, o novo modelo facilita a validação digital. Isso pesa para quem usa o documento com frequência. Se o RG ainda está em bom estado, dá para aguardar. Mas qualquer sinal de desgaste já acende um alerta.
Prazo final para substituição
O prazo limite é 2032. Até lá, o país deve concluir a transição para o novo modelo. Na prática, isso dá alguns anos de margem. Ainda assim, deixar para a última hora pode trazer filas e demora.