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segunda-feira, março 2, 2026

Países do E3 cogitam atacar Irã e colaboração com EUA

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Alemanha, França e Reino Unido afirmaram neste domingo (1º) que poderão adotar medidas para destruir a capacidade do Irã de lançar mísseis e drones, em defesa de seus interesses e dos aliados no Oriente Médio. O bloco, conhecido como E3, também declarou que poderá colaborar com os Estados Unidos, que mantêm ofensiva conjunta com Israel contra a república islâmica.

Em nota conjunta, os três países afirmaram que poderão permitir “ações defensivas necessárias e proporcionadas” para neutralizar, na origem, a capacidade iraniana de lançamento de mísseis e drones. O grupo também confirmou alinhamento com Washington e parceiros regionais sobre o tema.

A declaração é assinada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, pelo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e pelo primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer.

Os líderes condenaram os ataques classificados como “indiscriminados e desproporcionais” realizados por Teerã contra diversos países, incluindo nações que não participaram das operações militares iniciais conduzidas por Estados Unidos e Israel.

“Os ataques imprudentes do Irã tiveram como alvo nossos aliados próximos e estão ameaçando nosso pessoal militar e civis em toda a região. Instamos o Irã a pôr fim imediatamente a essas ações”, afirmaram.

Incidentes atingem aliados e bases europeias

A escalada ocorreu após ataques iranianos com drones atingirem o porto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, alcançando um hangar naval militar francês. Segundo autoridades, houve apenas danos materiais limitados.

O Ministério da Defesa britânico informou que, em operação conjunta com o Catar, um caça Typhoon neutralizou um drone iraniano direcionado ao país aliado.

Além de Emirados Árabes Unidos e Catar, as retaliações iranianas também afetaram Bahrein e Kuwait, países que abrigam bases e interesses estratégicos ocidentais.

A manifestação do E3 amplia o eixo internacional envolvido na crise e indica que a resposta ao Irã pode ganhar novo nível de coordenação militar entre potências europeias e os Estados Unidos. *Com informações da Agência EFE

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[Fonte Original]

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