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sábado, março 7, 2026

Blockstream lança solução para proteger transações de Bitcoin contra ataque quântico

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A Blockstream, empresa de tecnologia com foco em criptomoedas fundada por Adam Back, pioneiro do Bitcoin, afirmou na terça-feira (3) ter implantado uma solução para proteger transações de BTC contra possíveis ataques de computadores quânticos no futuro. De acordo com o anúncio, a novidade foi implementada na Liquid Network, uma sidechain do Bitcoin.

Segundo a empresa, pesquisadores da Blockstream conseguiram realizar o que consideram as primeiras transações reais em uma sidechain de Bitcoin assinadas com um sistema de segurança projetado para resistir a computadores quânticos — máquinas que, em teoria, poderiam quebrar métodos criptográficos usados atualmente.

Apesar disso, a companhia ressalta que computadores quânticos capazes de comprometer a segurança do Bitcoin ainda não existem e podem levar muitos anos ou até décadas para surgir. Mesmo assim, preparar a infraestrutura com antecedência é visto como uma etapa importante para evitar riscos no futuro.

Leia também: Computação quântica ameaça o Bitcoin?

A solução desenvolvida pela empresa permite que usuários da rede Liquid escolham proteger seus ativos com um novo tipo de verificação de assinatura digital. Essa proteção pode ser aplicada a diferentes ativos emitidos na rede, incluindo Liquid Bitcoin (LBTC) – um ativo tokenizado baseado no preço do BTC –, stablecoins e outros tokens.

Em uma publicação no X, também compartilhada por Back, a Blockstream reforçou a novidade sobre a proteção extra a bitcoins na Liquid e outros ativos contra possíveis ataques de computadores quânticos no futuro. A empresa destacou ainda que o sistema é opcional e pode ser usado imediatamente por quem desejar uma camada extra de segurança.

Leia também: O que é computação quântica? Um guia para iniciantes sobre o computador do futuro

Outra característica destacada pela companhia é que a implementação não exigiu mudanças nas regras fundamentais da rede, o que facilita sua adoção gradual.

A empresa também afirmou que a tecnologia ainda precisa passar por auditorias completas e melhorias antes de se tornar amplamente integrada a carteiras digitais.

Mesmo assim, o experimento já demonstra, segundo a Blockstream, que é possível preparar a infraestrutura do Bitcoin para desafios tecnológicos que podem surgir nas próximas décadas.

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[Fonte Original]

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