23.5 C
Brasília
terça-feira, março 31, 2026

Cregis desembarca no Brasil de olho na expansão das stablecoins do país

- Advertisement -spot_imgspot_img
- Advertisement -spot_imgspot_img

Resumo da notícia:

  • Cregis formaliza chegada à América Latina e Brasil se torna porta de entrada regional.

  • Plataforma de soluções em blockchain deve se concentrar em corporações financeiras que integram criptomoedas.

  • Avanço regional da regulamentação também estimula plataforma, de olho nas stablecoins.

A plataforma de soluções em criptomoedas Cregis formalizou esta semana o avanço de suas operações na América Latina, através do Brasil.

A empresa planeja construir uma equipe local de aproximadamente 10 profissionais, focados em desenvolvimento de negócios, parcerias e crescimento do ecossistema, informou a fintech em nota.

Segundo a provedora de soluções em blockchain, o plano de expansão latino-americano deve se concentrar no suporte empresarial a companhias que integram criptomoedas às suas operações financeiras, por meio de carteiras de autocustódia baseadas em MPC (Multi-Party Computation), plataformas Wallet-as-a-Service (WaaS) e gateway de pagamentos.

A forte atividade de transações internacionais na região e um ambiente regulatório estruturado favorecem a adoção de tecnologias financeiras, explicou o cofundador da Cregis, Richard Meng.

Meng discorreu sobre o avanço da regulamentação das criptomoedas no Brasil e outros países da América Latina. Segundo ele, à medida que os marcos regulatórios avançam e a adoção corporativa aumenta, espera-se que as stablecoins se tornem uma infraestrutura central para pagamentos internacionais na região.

Adoção regional

As tendências de adoção variam entre os países, observou a fintech. No Brasil, o marco legal estabelecido pela Lei 14.478/2022 foi reforçado pela Resolução BCB nº 519/2025, do Banco Central, com foco em governança e transparência. No primeiro semestre de 2025, o Brasil registrou R$ 227 bilhões em transações com criptoativos, um crescimento de 20% em relação ao ano anterior, com aproximadamente 90% dos fluxos envolvendo stablecoins.

Na Argentina, a inflação persistente e as restrições cambiais aceleraram o uso de stablecoins como reserva de valor. Dados da Chainalysis indicam que 61,8% do volume de transações cripto no país envolve stablecoins, significativamente acima da média global de 44,7%.

No México, a adoção de soluções de pagamento baseadas em blockchain está fortemente ligada ao mercado de remessas internacionais. Segundo o Banco Mundial, o país recebeu mais de US$63 bilhões em remessas em 2023, tornando-se um dos maiores receptores desse tipo de transferência no mundo.

Na esfera política, o presidente Lula pediu ao novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, frear o IOF sobre stablecoins, de olho na reeleição, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

A Cointelegraph está comprometida com um jornalismo independente e transparente. Este artigo de notícias é produzido de acordo com a Política Editorial da Cointelegraph e tem como objetivo fornecer informações precisas e oportunas. Os leitores são incentivados a verificar as informações de forma independente. Leia a nossa Política Editorial https://br.cointelegraph.com/editorial-policy

[Fonte Original]

- Advertisement -spot_imgspot_img

Destaques

- Advertisement -spot_img

Últimas Notícias

- Advertisement -spot_img