Marinho e outros ministros se reúnem nesta quinta-feira com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva justamente para tratar de medidas para conter o endividamento da população.
Segundo o ministro, o montante de R$ 7 bilhões é complementar à liberação do FGTS a trabalhadores que eram optantes do saque-aniversário do Fundo, foram demitidos e tiveram parte dos recursos bloqueados como garantia de empréstimos bancários.
Outra medida em formatação é a regulamentação do uso do FGTS como garantia de empréstimos consignados, informou. Segundo o jornal, o Ministério do Trabalho defende que o trabalhador possa ampliar a fatia do fundo a ser usada como garantia – atualmente, o valor está limitado a 10% do saldo do fundo, mas isso não foi implementado por falta de regulamentação.
Segundo o jornal, só é possível ofertar a multa de 40% do saldo do FGTS nas demissões sem justa causa no consignado. Com a mudança, o trabalhador poderia optar por usar toda a multa como garantia para obter uma taxa mais baixa.
Marinho informou ainda que não está em debate o fim do saque-aniversário do FGTS. E criticou as bets: “outro desastre”, ao lado das altas taxas de juros, “principal responsável desse desajuste orçamentário das pessoas e das famílias”.