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domingo, abril 5, 2026

A nova pesquisa Datafolha para à Presidência, a primeira depois do lançamento de Caiado

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O Datafolha entra em campo entre terça-feira e quinta-feira para medir as intenções de voto na eleição à Presidência da República. Será a primeira pesquisa do instituto desde que Ronaldo Caiado foi escolhido oficialmente candidato do PSD e a primeira depois do fim do prazo de desincompatibilização. O resultado será divulgado no sábado, 11.

Serão 2.004 eleitores entrevistados presencialmente. A pesquisa foi encomendada pela Folha da Manhã (que edita a “Folha de S. Paulo”) a um custo de R$ 307,6 mil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

A pesquisa vai servir para, a pouco menos de seis meses da eleição, medir se Lula continua com viés de baixa na sua aprovação e se Flávio Bolsonaro mantém o seu crescimento moderado. Vai também mostrar se o lançamento da candidatura Caiado mexeu nos seus até agora magérrimos pontos nas pesquisas do Datafolha.

O questionário inicia querendo saber se o entrevistado já escolheu candidato a governador e em quem ele pretende votar. A resposta será espontânea.

Segue com o pesquisador mostrando uma relação com nomes de sete candidatos (Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Aldo Rebelo e Cabo Daciolo) — e repete: em quem o entrevistado votaria?

Logo depois, o Datafolha quer medir o grau de conhecimento do eleitor sobre cada um desses sete nomes. E logo depois, para cada um dos nomes relacionados, o entrevistado terá que responder s em qual ou quais “não votaria de jeito nenhum”.

Em seguida, o Datafolha traça três cenários de uma disputa de segundo turno: Lula versus Flávio Bolsonaro, Lula versus Caiado e Lula versus Zema.

A pesquisa também vai aferir a aprovação de Lula e se o caso Master afeta mais os políticos de direita, de esquerda do centro ou todos.

O STF terá um capítulo especial. O Datafolha vai mensurar o grau de conhecimento da população sobre cada um dos dez ministros, se o STF tem “poder demais” e também “se é essencial para proteger a democracia”

[Fonte Original]

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