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sábado, março 21, 2026

Ozempic sem patente: por que a revolução das canetas emagrecedoras ainda esbarra na desigualdade – BBC News Brasil

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Crédito, Getty Images

    • Author, André Biernath e Iara Diniz
    • Role, Da BBC News Brasil em Londres e em São Paulo
  • Tempo de leitura: 12 min

O Rio de Janeiro se tornou a primeira cidade brasileira a oferecer o medicamento Ozempic pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em ato simbólico na quarta-feira (18/3), o prefeito Eduardo Paes (PSD) aplicou a primeira dose da chamada “caneta emagrecedora” em uma paciente, marcando um passo inédito no combate à obesidade no país.

A iniciativa veio em um momento relevante: a patente da semaglutida, princípio ativo presente em medicamentos como Ozempic e Wegovy, — usados para tratar diabetes tipo 2 e obesidade, respectivamente — expira no Brasil nesta sexta-feira (20/3). Com o fim da exclusividade da farmacêutica Novo Nordisk, outras empresas poderão desenvolver versões que trazem esse composto.

Na prática, isso abre caminho para concorrência e uma eventual redução de preços, embora isso não deva acontecer de imediato devido a entraves regulatórios e industriais, como mostrou reportagem da BBC News Brasil.

Na semana passada, durante um evento no Rio ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Paes pediu que o governo federal incorporasse o medicamento em toda a rede pública.

Lula, porém, tratou o tema como delicado e disse que o remédio “não é um prêmio para quem é relaxado”.

[Fonte Original]

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