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domingo, abril 19, 2026

Com um pé fora da Copa, Neymar tem um mês para convencer Ancelotti a convocá-lo; entenda a situação

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A um mês da convocação final da seleção brasileira para a Copa do Mundo, Neymar segue como centro da discussão que mobiliza a bolha do futebol e o país como um todo. Hoje, contra o Fluminense, às 16h, na Vila Belmiro, será mais uma oportunidade de desfazer uma impressão que ganha força na CBF, segundo o GLOBO apurou: a de que apenas uma reviravolta fará com que o astro esteja na lista definitiva de Carlo Ancelotti no dia 18 de maio.

Em 11 meses de trabalho do técnico italiano, que não convocou Neymar nem para amistosos, o recado foi sempre o mesmo: o de que as portas estavam abertas se ele estivesse fisicamente apto. Com a camisa do Santos, o jogador de 34 anos montou um plano para melhorar seu condicionamento depois de uma lesão que o obrigou a fazer uma cirurgia no joelho esquerdo em dezembro do ano passado. A meta era, em seis meses, estar pronto para a Copa. No clube e no entorno do jogador, a avaliação obtida pela reportagem é de que o objetivo será atingido. Mas o otimismo já foi maior.

Neymar estreou em 2026 há dois meses. No período, disputou apenas oito jogos, mesmo número de um finalista do Mundial ao longo de 39 dias. Em sete partidas, atuou por 90 minutos, tirando a primeira, quando retornou no Campeonato Paulista. O compromisso em que teve maior destaque foi diante do Vasco, já no Brasileiro, quando fez dois gols. De lá para cá, foram mais dois, contra Inter e Recoleta (PAR), este na Sul-Americana. Das oito partidas, o Santos venceu metade, e Neymar deu três assistências.

Sem atuações incontestáveis, mas também com lampejos que indicam a possibilidade de o craque resolver jogos, a convocação de Neymar virou tema de pesquisa de opinião e foi parar até no presidente Lula, que disse ter sido perguntado por Ancelotti se deveria levar o astro — informação que não se confirma na CBF. Em que pese a predisposição do técnico de falar do assunto Neymar exaustivamente, em entrevistas e no contato com brasileiros em estádios, no carnaval e, de uma forma geral, o frenesi fica da porta da CBF para fora. Nos bastidores, a comissão técnica se mantém fiel aos critérios adotados desde o início do trabalho e está tranquila de que a decisão tomada será a correta, para o benefício coletivo da seleção.

Observação na reta final

[Fonte Original]

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