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segunda-feira, abril 27, 2026

Após tiroteio, Casa Branca diz que democratas demonizam Trump

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A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, pediu moderação do discurso político em meio à crescente violência contra autoridades, dois dias após uma nova tentativa de assassinato contra o presidente dos EUA, Donald Trump. A porta-voz acusou membros do Partido Democrata de “demonizarem” o líder republicano.

Em declarações à imprensa nesta segunda-feira (27), Leavitt afirmou que as pessoas devem utilizar os meios legais para demonstrar sua visão política, seja por meio de debates pacíficos, protestos e voto. “São as maneiras pelas quais podemos resolver divergências, não com balas”, disse.

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Em seguida, ela acusou membros da oposição e da imprensa de demonizarem o presidente Donald Trump, sugerindo que isso teria provocado os episódios de violência direcionados a ele. “Essa violência política decorre de uma demonização sistêmica dele [Trump] e de seus apoiadores por comentaristas, [e] sim, por membros eleitos do Partido Democrata”, declarou.

Ainda segundo a porta-voz, a retórica que compara Trump a Hitler está “alimentando esse tipo de violência” e “fazendo a cabeça de indivíduos mentalmente perturbados”. O Partido Democrata seria responsável por apontar Trump como uma ameaça existencial à democracia, acrescentou.

Casa Branca revisará protocolos de segurança após atentado

Durante a coletiva, a secretária de imprensa anunciou que a Casa Branca revisará os protocolos de segurança para eventos com a presença do presidente Donald Trump, que ocorram fora do gabinete presidencial, após o Serviço Secreto ter interceptado, no sábado, um homem que aparentemente tentou assassinar o governante e membros de seu gabinete durante um jantar de Estado.

Leavitt explicou que uma reunião convocada esta semana pela chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, juntamente com altos funcionários do Departamento de Segurança Interna e do Serviço Secreto, será realizada para avaliar como garantir a segurança do presidente em eventos como este.

“Estamos monitorando constantemente as operações e os procedimentos, sempre fazendo as perguntas difíceis para garantir a segurança do presidente”, enfatizou.

A prisão de Cole Allen, preso pela tentativa de assassinato de Trump, trouxe as medidas de segurança para o centro das atenções no país e levantou a possibilidade de implementação do chamado sistema de “sobrevivente designado” em eventos desse tipo.

O protocolo de “sobrevivente designado” é ativado durante o discurso do Estado da União e visa evitar a completa decapitação do governo em caso de um ataque ao Capitólio. Como praticamente todo o Gabinete está presente no Capitólio para ouvir o discurso anual do presidente, o sistema exige a designação de um membro do governo que permaneça em um local seguro e não divulgado durante o discurso.

Questionada sobre o assunto, Leavitt esclareceu que a possibilidade foi discutida antes do jantar, mas que não foi necessário designar um sobrevivente porque vários membros do gabinete na linha de sucessão não compareceram “por diversos motivos pessoais”.

[Fonte Original]

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