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quarta-feira, abril 29, 2026

PM que mora em Simões Filho é preso no Ponto Parada suspeito de matar homem na praia de Itapuã

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Um policial militar de 32 anos foi preso na manhã desta terça-feira, 28, em sua residencia no bairro Ponto Parada, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ele aparece como principal suspeito de um homicídio registrado em março, na praia de Itapuã, em Salvador. A informação foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pubçica da Bahia (SSP-BA).

A vítima, Tiago Lopes Moreira, conhecido como “Baixinho”, morava na Coroa da Lagoa, em Simões Filho. Ele morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo na madrugada do dia 9 de março. Com o avanço das investigações, o caso ganhou novos desdobramentos. A polícia passou a apontar a participação de um policial militar, identificado como Jackson, de 32 anos.

Tiago Lopes Moreira é a vítima, que morava na Coroa da Lagoa, em Simões Filho

Discussão antecedeu o crime

De acordo com a delegada Zaira Pimentel, responsável pelo caso, uma discussão teria iniciado o confronto. Em seguida, o investigado teria efetuado diversos disparos.

A investigação também revelou um ponto sensível. No dia do crime, o policial não estava em serviço. Mesmo assim, ele portava uma arma da corporação.

“Havia inicialmente uma discussão entre eles e o investigado deferiu 10 tiros contra a vítima. A arma utilizada foi do acervo da Polícia Militar”, afirmou a delegada em entrevista à TV Bahia.

PM que mora em Simões Filho é preso no Ponto Parada suspeito matar homem na praia de Itapuã
Imagem: TV Bahia

Ainda segundo ela, imagens de vídeo registraram o momento. O material já integra o inquérito. “Assim que finalizarmos a investigação vou pedir a prisão preventiva. Nesse primeiro momento está custodiado no Batalhão da PM e está à disposição da Justiça para audiência de custódia”, completou.

Soldado tem 1 ano e meio na PM

Jackson integra a 81ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Itinga, e atua como soldado há cerca de um ano e meio. Após a prisão temporária, o acusado optou por não prestar esclarecimentos. Ele permaneceu em silêncio diante das acusações.

Investigação reuniu imagens e depoimentos

Equipes da 1ª Delegacia de Homicídios, ligada ao DHPP, conduziram a prisão. Os investigadores analisaram imagens de câmeras da Secretaria de Segurança Pública e ouviram testemunhas.

Além disso, houve cruzamento de informações com a Corregedoria da Polícia Militar. Esse trabalho ajudou a consolidar a linha investigativa.

Após a detenção, equipes levaram o soldado para a sede do DHPP. Em seguida, transferiram ele para o Batalhão de Choque, em Lauro de Freitas, onde segue custodiado.

Caso segue em apuração

A polícia mantém novas diligências em andamento. Os investigadores buscam esclarecer todos os detalhes e reforçar as provas já coletadas. O caso ainda levanta questionamentos importantes. A motivação do homicídio ainda não está clara. A polícia segue reunindo elementos para entender o que levou ao desfecho violento.

[Fonte Original]

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