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quarta-feira, abril 29, 2026

Brasileira bilionária que fundou a Kalshi revela ter Bitcoin desde 2014

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A brasileira Luana Lopes Lara, bilionária não herdeira mais jovem do mundo aos 29 anos por ter fundado o mercado preditivo Kalshi, revelou ser uma investidora de Bitcoin. A executiva contou que teve o primeiro contato com criptomoedas ao ingressar na faculdade, em 2014, e admite que poderia estar ainda mais rica hoje se tivesse investido mais na época.

Durante participação no podcast Coin Stories, Lara foi questionada se investia no mercado financeiro. A executiva então contou ter investimentos no índice da bolsa S&P 500, em títulos do Tesouro e “um pouco de Bitcoin”.

A fundadora da Kalshi detalhou que conheceu a criptomoeda quando estava no seu primeiro ano no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

“Recebi um e-mail do Bitcoin Lab do MIT oferecendo US$ 100 para quem fizesse uma carteira, tinham três opções, uma delas era receber pela Coinbase”, disse. “Como eu era uma caloura, eu não tinha dinheiro, então topei pegar esses US$ 100 para ver no que dava”.

Segundo a executiva, naquela época os US$ 100 equivaliam a 0.3 BTC. Hoje, esse montante vale cerca de R$ 113,7 mil.

Mas a quantia quase foi para o limbo: “Eu perdi minha senha, o que foi bom, porque daí eu não vendi. Quando estava no último ano eu consegui recuperar a senha com a Coinbase, foi difícil porque eu tinha começado a criar a conta no Brasil.”

Lara afirma que estar conectada com novas tecnologias é o lado bom de estudar no MIT. “Se eu fosse mais atenta, eu teria mais Bitcoin e teria muito mais dinheiro. E agora eu seguro esse BTC até o dias de hoje”.

Quem é Luana Lopes Lara

A brasileira Luana Lopes Lara, de 29 anos, tornou-se a bilionária mais jovem do mundo a construir a própria fortuna. A história de ascensão da cofundadora da Kalshi — empresa que atua como um mercado de previsões e hoje vale US$ 11 bilhões — tem atraído atenção global, e foi detalhada em reportagens da Forbes e da Folha de S.Paulo.

Formada em Ciência da Computação pelo MIT, Luana teve uma trajetória incomum antes de entrar no universo financeiro. Ela estudou balé na Escola do Teatro Bolshoi, em Joinville (SC), onde enfrentou rotinas duríssimas, com treinos intensos e competições acadêmicas simultâneas, em que conquistou medalhas de ouro e bronze em olimpíadas científicas.

Após uma breve carreira como bailarina profissional na Áustria, decidiu migrar para a tecnologia e mudou-se para os Estados Unidos.

Em 2018, ela e o libanês Tarek Mansour — também egresso do MIT — fundaram a Kalshi. A plataforma permite negociar contratos sobre eventos futuros, como resultado de eleições e jogos esportivos. Na última semana, a plataforma foi proibida de operar no Brasil, assim como outras do setor, como a Polymarket.

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[Fonte Original]

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