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quarta-feira, maio 13, 2026

Moeda comemorativa de R$ 1 do Banco Central começa a sumir dos trocos e impressiona colecionadores

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A nova moeda comemorativa de R$ 1 lançada pelo Banco Central em 2025 começou a desaparecer dos trocos e já desperta forte interesse entre colecionadores em várias partes do país. Apesar de continuar válida normalmente no comércio, muita gente relata dificuldade para encontrar a peça no dia a dia.

A edição comemorativa celebra os 60 anos do Banco Central e chegou ao mercado com uma quantidade menor do que o esperado. A instituição planejava colocar 60 milhões de unidades em circulação, mas liberou apenas 23.168.000 moedas até agora. Isso aumentou a procura rapidamente.

Quem acompanha o mercado de numismática já começou a guardar exemplares novos, principalmente os chamados “flor de cunho”, que não apresentam marcas de uso.

Visual diferente chama atenção

A moeda comemorativa de 2025 trouxe mudanças visuais que fogem do padrão tradicional do real. Logo na frente da peça, a inscrição Banco Central do Brasil aparece de forma incomum, com apenas a primeira letra em maiúscula.

O número 60 também ganhou destaque no projeto gráfico. Ele forma, ao mesmo tempo, a sigla “BC”, criando um efeito visual diferente das moedas comuns.

Outro detalhe chama atenção dos colecionadores. Linhas atravessam o anel externo da moeda e passam sensação de movimento. Esse acabamento não apareceu nas versões comemorativas dos 40 e 50 anos do Banco Central, lançadas em 2005 e 2015.

Por isso, especialistas acreditam que o design pode influenciar diretamente na valorização futura da peça.

Tiragem menor aumenta disputa

A quantidade colocada em circulação pesa bastante nesse mercado. Quanto menor a oferta, maior costuma ser o interesse dos colecionadores.

Veja a comparação com outras moedas comemorativas:

  • BC 40 anos, 2005: 40 milhões de unidades
  • BC 50 anos, 2015: 50 milhões
  • Olimpíadas 2016: cerca de 20 milhões por modelo

Como a edição de 2025 possui apenas um modelo, muitos compradores já guardam sachês fechados com 50 moedas. Isso reduz ainda mais a quantidade disponível no comércio.

Créditos: (divulgação/BC)

Erros de fabricação podem multiplicar valor

Além da conservação, erros de cunhagem também podem elevar o preço da moeda nos próximos anos.

Entre os defeitos mais procurados estão:

  • Reverso invertido ou horizontal
  • Cunho descentralizado
  • Letras duplicadas
  • Corte irregular
  • Núcleo vazado

Dependendo da raridade, algumas moedas com falhas podem atingir valores entre R$ 200 e R$ 400 no mercado de colecionismo.

Quanto a moeda vale hoje

Por enquanto, os preços ainda seguem relativamente baixos. Exemplares em estado flor de cunho custam entre R$ 4 e R$ 10.

Já moedas que circularam normalmente aparecem por valores entre R$ 3 e R$ 6, dependendo do desgaste.

Mesmo com a procura aumentando, a regra no comércio continua igual. A moeda segue valendo oficialmente R$ 1 em qualquer pagamento.

Veja abaixo o vídeo que mostra todos valores do Canal Numismática JF

Atenção, leitores e leitoras: o Portal N1N não compra, não vende e não intermedia qualquer tipo de negociação envolvendo moedas ou itens raros. Também não oferece bonificações por esse tipo de material. Quem tiver interesse deve buscar apenas canais oficiais de colecionismo. O compromisso do portal é exclusivamente informar com responsabilidade.

[Fonte Original]

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