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terça-feira, janeiro 13, 2026

Empresa ligada à Kraken planeja oferta de ações de US$ 250 milhões nos EUA

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A KRAKacquisition Corp., uma empresa de aquisição de propósito específico (SPAC, na sigla em inglês) recém-formada, propôs uma oferta pública inicial de US$ 250 milhões em um documento de registro protocolado na segunda-feira.

A empresa, sediada nas Ilhas Cayman e patrocinada por uma afiliada da corretora de criptomoedas Kraken, ofereceria 25 milhões de units a US$ 10 cada, de acordo com um documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC). As units são compostas por uma ação Classe A e uma fração de um warrant que permite a compra de mais ações da empresa.

A empresa de aquisição de propósito específico (SPAC) afirmou que pretende listar suas ações na Nasdaq, que seriam negociadas sob o código “KRAQU”. Posteriormente, as ações Classe A e os warrants da empresa seriam negociados separadamente, respectivamente sob os códigos “KRAQ” e “KRAQW”.

A empresa afirmou que pode buscar uma fusão com “qualquer empresa ou setor”, sem ainda ter selecionado um alvo específico. Ainda assim, o patrocinador da empresa foi formado em parceria com a Kraken e as empresas de capital de risco Tribe Capital e Natural Capital.

Leia também: Kraken levanta US$ 800 milhões e é avaliada em US$ 20 bilhões

O registro lista o Santander como o único coordenador líder da oferta da KRAKacquisition, o que significa que o banco multinacional espanhol seria o único responsável pela gestão da oferta de valores mobiliários.

Em novembro, a Kraken anunciou ter captado US$ 800 milhões com uma avaliação de US$ 20 bilhões, com o apoio da Tribe Capital, juntamente com as gigantes de Wall Street Jane Street e DRW Venture Capital.

Com o cenário regulatório favorável ao setor após a reeleição do presidente Donald Trump em 2024, uma série de empresas nativas do setor de criptomoedas abriram capital no ano passado. Isso incluiu a emissora de stablecoins Circle, a exchange de criptomoedas Gemini e a fintech Figure Technologies.

Na segunda-feira, a BitGo, especializada em proteção de ativos digitais, protocolou um pedido de oferta pública inicial de US$ 200 milhões. A empresa afirma administrar cerca de US$ 104 bilhões em ativos. No mês passado, a empresa obteve aprovação condicional para uma licença bancária fiduciária nacional, juntamente com outras empresas do setor de criptomoedas.

Em novembro, a Kraken anunciou ter protocolado confidencialmente um pedido de registro junto à SEC, após meses de especulação sobre a possibilidade de uma oferta pública inicial (IPO). No ano passado, a empresa também transferiu sua sede da Califórnia para o Wyoming.

A tese de investimento da KRAKacquisition faz referência à inflação, argumentando que a erosão do poder de compra do dólar americano reforça o papel dos “ativos tangíveis como proteção”. O documento destaca, então, o papel emergente do Bitcoin como “reserva de valor descentralizada”.

Como afiliada da Kraken, a KRAKacquisition também ressaltou os fortes laços da corretora de criptomoedas com o setor, sua expertise regulatória e anos de experiência em gestão de riscos.

* Traduzido e editado com autorização do Decrypt.

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[Fonte Original]

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