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domingo, abril 26, 2026

“Parece ser um lobo solitário”, diz Trump sobre atentado

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou acreditar que o ataque a tiros ocorrido no hotel Washington Hilton, na capital norte-americana, foi cometido por um “lobo solitário”. Na noite deste sábado (25), um homem invadiu o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca e trocou tiros com agentes do Serviço Secreto.

Segundo Trump, um agente foi atingido pelo atirador, que portava várias armas. Ele foi socorrido e se recupera em um hospital em Washington. “Um agente foi atingido, mas foi salvo pelo colete à prova de balas. Ele foi baleado a uma distância muito curta com uma arma muito potente, e o colete cumpriu sua função”, disse o presidente aos jornalistas, logo após o cancelamento do evento.

Na rede social Truth, o republicano publicou a foto do suspeito, que foi detido pelo Serviço Secreto. Ele tem 30 anos e, de acordo com Trump, é morador do estado da Califórnia. Questionado sobre uma possível relação do atentado com a guerra no Irã, no Oriente Médio, ele afirmou que ainda não há informações sobre a motivação do atirador, que está sob custódia. “Eu não acho [que tenha relação com o Irã], mas nunca se sabe. […] Parece ser um lobo solitário”, respondeu.

Trump elogiou a atuação do Serviço Secreto e relembrou o atentado que sofreu durante a campanha eleitoral de 2024, na cidade de Butler, na Pensilvânia. Na ocasião, ele foi atingido de raspão na orelha pelo atirador Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, que acabou morto após ser alvejado por um sniper da equipe de segurança. “Eu estudei assassinatos. […] As pessoas que causam impacto acabam sendo alvo”, declarou.

O presidente voltou a defender a criação de um salão de baile na Casa Branca após o episódio e criticou a estrutura de segurança do hotel Washington Hilton. “Por isso precisamos de todas as características do que estamos planejando na Casa Branca”, afirmou.

Trump também pediu que o país busque resolver divergências sem violência e destacou o jantar dos correspondentes como símbolo da liberdade de imprensa nos Estados Unidos. “Gostaria de pedir que todos os americanos se comprometam novamente, de coração, a resolver nossas diferenças de forma pacífica”, disse.

Além do presidente, a primeira-dama Melania Trump participou do evento. Ambos foram levados para um local seguro logo após o início do tiroteio durante a tradicional cerimônia, que acabou sendo adiada.

[Fonte Original]

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