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terça-feira, abril 7, 2026

Operação mira grupo de sequestradores de corretor cripto

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Resumo da notícia:

  • Polícia e MP realizam operação contra quadrilha especializada em extorsão e sequestro.

  • Operação Criptonita começou a partir do sequestro de um corretor de criptomoedas.

  • Grupo teria tentado usar cripto para lavar dinheiro de furto no Itaú.

A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram nesta terça-feira (7) a Operação Criptonita contra uma quadrilha especializada em extorsão e sequestro.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP/SP), as equipes cumprem 13 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão em endereços ligados aos investigados.

A SSP acrescentou que quatro dos cinco alvos de mandado de prisão haviam sido presos, entre eles um guarda municipal de Indaiatuba (SP) e dois suspeitos no Rio Grande do Norte.

Denominada “Criptonita”, a operação é conduzida pelo 34º Distrito Policial, no Morumbi, responsável por identificar a estrutura criminosa. As investigações tiveram início após o sequestro de um corretor de criptomoedas, em fevereiro do ano passado.

Na ocasião, a vítima, de 29 anos, foi até um shopping na zona sul para se encontrar com um suposto sócio para uma transação de criptomoedas, mas acabou sendo induzida a entrar em um carro com os suspeitos.

De acordo com a SSP, o sequestro teria sido motivado porque o grupo tentou lavar sem sucesso R$ 70,8 milhões, que seriam parte de um furto de R$ 146 milhões contra o Itaú, mas o valor acabou bloqueado por instituições financeiras.

A esposa do corretor de criptomoedas, segundo a SSP, tinha acesso à localização do celular, suspeitou da movimentação e acionou a polícia. A Polícia Militar localizou o veículo em uma via da cidade de Santa Isabel. Os quatro suspeitos foram detidos com uma arma. Celulares também foram apreendidos na ação.

As ações da Operação Criptonita ocorrem na capital paulista, Grande São Paulo, e regiões de Campinas e Sorocaba. Ao todo, 54 policiais civis foram mobilizados, incluindo equipes especializadas do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e do Grupo Especial de Reação (GER), além de agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.

As investigações prosseguiram e as equipes identificaram novos envolvidos, o que levou à deflagração da operação desta terça-feira. As ações seguem em andamento, segundo a SSP.

No final de março, um Auditor fiscal foi preso por se recusar a ‘abrir carteira’ de criptomoedas para o MP, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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[Fonte Original]

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