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terça-feira, abril 7, 2026

Inflação dos EUA deve disparar na primeira leitura desde o início da guerra com o Irã

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O aumento repentino nos preços da gasolina nos Estados Unidos, sentido pelos consumidores americanos, deve aparecer com força nos principais dados de inflação a serem divulgados na próxima semana. Economistas projetam uma alta de 1% no índice de preços ao consumidor (CPI) em março — o maior avanço mensal desde 2022 — após a guerra com o Irã elevar os preços da gasolina nas bombas em cerca de US$ 1 por galão.

Ao mesmo tempo, o núcleo do CPI, que exclui energia e alimentos, provavelmente subiu 0,3% em relação ao mês anterior, segundo pesquisa da Bloomberg antes do relatório do Bureau of Labor Statistics previsto para sexta-feira.

Um dia antes do CPI, o indicador de inflação preferido do Federal Reserve oferecerá um retrato das pressões de preços antes da guerra. Economistas veem o chamado índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE) — que exclui alimentos e energia — subindo 0,4% pelo terceiro mês consecutivo em fevereiro, sugerindo que o avanço rumo a uma inflação mais controlada já estava perdendo força antes mesmo do conflito.

Combinado a sinais de estabilização no mercado de trabalho dos EUA, essas pressões persistentes de preços, junto com novos riscos inflacionários decorrentes da guerra no Oriente Médio, ajudam a explicar por que o Fed pode ter dificuldade para reduzir os juros neste ano.

[Fonte Original]

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