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segunda-feira, maio 18, 2026

Os bastidores da operação de resgate que levou a BYD à lista suja do trabalho escravo (e à demissão de um secretário em Brasília) – BBC News Brasil

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Crédito, MPT-BA

Legenda da foto, Imagem divulgada pelo MPT após a fiscalização: trabalhadores dormiam em estrados de madeira e locais com estrutura precária

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  • Tempo de leitura: 13 min

A BYD superou a Volkswagen e se tornou em abril pela primeira vez líder de vendas de veículos no varejo no Brasil. Foram 14,9 mil modelos elétricos e híbridos que chegaram às garagens dos brasileiros, contra 14,8 mil automóveis da marca alemã.

Foi também nesse mês que a empresa entrou na “lista suja” do trabalho análogo à escravidão, mais de um ano depois que uma grande operação resgatou 163 trabalhadores chineses do canteiro de obras da fábrica da montadora na cidade de Camaçari, na zona metropolitana de Salvador.

Vão parar na lista suja empregadores flagrados submetendo seus funcionários a condições degradantes de trabalho e a jornadas exaustivas. Uma vez no cadastro, eles ficam ali por dois anos.

A BYD ficou três dias. Conseguiu uma liminar na Justiça para que seu nome fosse retirado até que seu caso fosse julgado no Judiciário.

Apesar de gerar debates, a estratégia não é incomum. Cada vez mais empresas procuram os tribunais na tentativa de obter decisões temporárias que as retirem do cadastro, que existe desde 2004.

[Fonte Original]

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