13.8 C
Brasília
quarta-feira, julho 1, 2026

Cientistas criam traje de mergulho 3D para baratas em resgates

- Advertisement -spot_imgspot_img
- Advertisement -spot_imgspot_img

Pequenos tubos levam o gás diretamente aos espiráculos, as aberturas respiratórias do inseto. O oxigênio é gerado por uma reação química, sem necessidade de baterias.

A espécie usada nos testes é a Gromphadorhina portentosa. Considerada exótica, ela pode atingir mais de 7 centímetros, produz um som característico, não tem asas e não transmite doenças aos humanos.

A ideia é que baratas equipadas com sensores consigam transmitir informações em tempo real em áreas de difícil acesso. Pequenas e resistentes, elas podem chegar a locais onde pessoas e drones não conseguem entrar.

Os pesquisadores também trabalham com baratas ciborgues, que carregam uma pequena “mochila” com câmera infravermelha e sensores. Com esse conjunto, os insetos buscam sinais de vida entre escombros e enviam os dados às equipes de resgate.

Em 2025, insetos ciborgues foram testados na Operação Lionheart, após um terremoto em Mianmar. As baratas podem operar por longos períodos e repor suas reservas de energia ao se alimentar no ambiente.

O professor Hirotaka Sato, da Escola de Engenharia Mecânica e Aeroespacial da NTU Singapura, disse que a meta é levar a tecnologia para o espaço. “O objetivo final é levar essa tecnologia para o espaço. É um passo rumo a trajes espaciais para insetos ciborgues. Exploração da superfície de Marte, por exemplo”, afirmou.



[Fonte Original]

- Advertisement -spot_imgspot_img

Destaques

- Advertisement -spot_img

Últimas Notícias

- Advertisement -spot_img