A empresária Mila Seidl, mulher do influenciador Lito Sousa, usou as redes sociais neste sábado para contestar rumores de que o tratamento experimental que o piloto receberá para a doença de Creutzfeldt-Jakob teria sido viabilizado por políticos, empresários ou dinheiro público. Segundo ela, o casal conseguiu o acesso ao medicamento por meios próprios, com auxílio dos médicos, e seguiu um processo regular para obter as autorizações necessárias.
Lito foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurológica rara e de rápida evolução. Com o avanço do quadro, ele perdeu parte da capacidade motora e recebe cuidados paliativos em casa desde esta terça-feira. O influenciador foi autorizado a receber o ALN-657, medicamento experimental desenvolvido pela Regeneron Pharmaceuticals.
Em publicação nos Stories do Instagram, Mila afirmou que ela e o marido chegaram a tentar participar dos estudos do medicamento, mas foram impedidos porque a pesquisa estava fechada para novos pacientes.
— A galera falando que teve dedo de ministro para conseguir a medicação, que o empresário rico financiou, que a Anvisa… Gente! É a última vez que eu vou explicar: quem conseguiu a medicação fui eu e o Lito. Nós dois participamos, sozinhos, junto com os médicos, de todas as entrevistas. Tanto é verdade que a gente participou dos estudos e foi negado. Não porque ele não preenchia os requisitos, mas porque o estudo estava fechado — disse.